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“FEITOS” E LARACHAS DE MONTALVANENSES

COITADOS DOS SANTINHOS… Há quase um século, Montalvão tinha um pároco muito querido pelas nossas gentes, chamava-se Agostinho, exímio caçador, por sinal. Um belo dia o velho cura solicita ao João Fartel e seu comparsa Ti Bufa - homem de palavras mansas que despoletava risos a qualquer trombudo – para uma ajuda na mudança de alguns santos. Mal o senhor prior se descuidou na sacristia e já o São Torcato e o São Bento tinham dois cigarros provisórios nos queixos; apercebendo-se de que o cheiro era tudo menos incenso, benzeu-se duas vezes e rogou outras tantas pragas “à seus malandros, isso faz-se?” asseverou o padre com veemência, ao que o Ti Bufa naquele palrar inocente (!) responde: “Ó Senhor Padre, aqui estão estes pobres de Cristo sem irem ao cinema, beber um copo, fumé um ceguerre”…Perdoai-os Senhor que eles não sabem o que fazem. Chiça! não disse, mas pensou, o condescendente prior.

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QUARENTA ESCUDOS SENHOR PADREEE!… Ainda aquele amado padre Agostinho. Um dia, um cigano bate-lhe à porta anunciando: “Senhor padre, olhe o mê filhe morreu, o moço que tinha vinte anos”. Meus sentimentos, confortando o amigo Lelo, agora temos de lhe fazer o funeral, são quarenta escudos. “Quarenta escudos senhor priori aaaiimãee… quarenta escudos nem valia eli vivo quanto mais agora depois de morto; aí lhe fica!”. Adeus que ê tenhe de irip’rafêra de Alpalhã”.

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Ê CHIQUE, LAVA LÁ AÍ OS… Uma família genuína montalvanense foi fazer um piquenique lá para os Olhos de Água, Portagem, onde nasce o nosso Sever. Preparando a salada e num ambiente de festa, a esposa grita ao marido que entretanto estava em amena cavaqueira, se calhar contando pêtas,já que era caçador: “Ó Chique (nome fictício) lava lá aí os tomates” ele resmungandolá foi dizendo em dó menor. “outra vez!”

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Ê MÃE, AQUI É QUE É O… Uma família nossa conterrânea estando a velar o patriarca, no meio de todo aquele ambiente pesado, o filho mais novo, apercebendo-se de tão angustiante verter de lágrimas saiu-se com esta: “Ê mãe aqui é que é o chorá”…

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“SI SI TIENE UNA PATA…   No tempo do contrabando, o meio de vida dos nossos patrícios era o contrabando. Numa dessas idas até ao lado de lá, depois de entregue a tripa e o café, dois amigos esconderam-se numa igreja onde se celebrava um baptizado. Um deles, com uma perna quase inerte, apoiava-se num varapau mal enchaputado mais parecendo um fueire. Entraram até meio da capela mas o toque-toque na velha madeira alertou o cura que olhando o nosso conterrâneo: “Non lhe dá a ustedberguênça de entrar em casa del Dios com el palo na mano”? mal ajeitado o nosso amigo apontando para a perna desengonçanda diz: “mira usted”. O pastor,mais compreensivo,hablou: “Bueno, bueno, tienne una pata rota”.

                                                                                                            José Morujo Júlio

03 setembro2020

José Morujo Júlio

Uma vaca atrevida

Um Ícaro à moda de Montalvão e outros “passarões”

Berro de raposa / Foi tiro de partida para o meu primeiro sprint

Quando o prémio da corrida era um... chouriço

Por montes sagrados nunca dantes percorridos

Espingardaria A Montez

Quando “Nosso Senhor” corria pela charneca de… calções

…”Ó sôr agente, por aqui vou bem para o Monte Pombo?

“Feitos” e larachas de montalvenenses

Ainda a raposa... agora a conviver com javalis

Quando a terceira perna tolhe os movimentos

Há quem ganhe por um peito este por um... pai de nós todos

 

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