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HÁ QUEM GANHE POR UM PEITO ESTE POR UM… PAI DE NÓS TODOS

Nos anos sessenta/setenta, a minha época, havia uma esbelta e atraente velocista, representava um clube da cidade do Rio Azul que exibia as mais bem torneadas curvas em tudo o que eram saliências, exibindo um vistoso peito firme e empinado, capaz de rebentar com os botões de qualquer bem cintado corpete que a ajudava, sobremaneira, a cortar a meta quase sempre “por um peito”, gíria também aplicada aos homens.

Voltemos ao “anjo negro, isto para as mulheres claro” que terminado o aquecimento lá vai para a partida dos 200 metros, metade da pista, distância que aliás fizera parte do treino dos meio-fundistas nessa tarde-noite e onde eu estivera, a percorrê-la dez vezes com intervalo de descanso activo a trote da meta até nova série. Eu próprio fui indicar onde estava o risco e vim andando até junto do professor Raimundo, adjunto de Moniz Pereira.

Aquele técnico grita ao sonhador velocista: “Tira as calças” para que a desenvoltura fosse facilitada, mas ele, “está bem abelha” e volta a bradar “Ó pá tira as calças”, ele à quarta ou quinta vez, fez a vontade ao professor que mal o via lá no escuro. O “boxeur-quase-spinter” lá arrancou cheio de ganas, despachou os primeiros cem metros em curva e surge da penumbra o esbelto rapagão em movimento sobrenatural, deixando a descoberto mais uma perna que o devido, emperrando o andamento devido ao movimento contrário ás outras pernas que felizmente só estas tocavam o chão(!) Era a modesque um badalo alvoroçado batendo descompassadamente em sino de catedral.

Pois meus caros amigos se a atleta atrás citada ganhava sempre “por um peito” este atleta que, naturalmente continuou a ser “boxeur”, ganharia por um…pai de todos nós”. Compreendi-te!…

Talvez não caia mal aqui aquela quadra cantada e recantada por altura das sardinhas assadas e manjericos:

Ó meu rico Santo António/És um grande malandrão/Das três pernas que me deste/Só duas chegam ao chão…

 

José Morujo Júlio

06 setembro 2020

QUANDO A TERCEIRA PERNA TOLHE OS MOVIMENTOS

Por muito que alguns queiram denegrira agremiação, o Sporting Clube de Portugal é, hoje por hoje, o maior Clube do Mundo, testemunhado pelo seu ecletismo. Por ali militaram e ainda perduram, mulheres e homens que elevaram ao cume do pódio o nome de Portugal.

O futebol, eivado de vícios é, no entanto, um mal necessário porque arrasta multidões, crentes e até ferozes adeptos, condição sine quanon para que o “negócio” frutifique, contudo, o seu fruto tende a apodrecer, quando a corrupção alastra, e o mata à nascença sem que os verdadeiros culpados sejam condenados.

Naquele tempo – até parece que me refiro ao paleolítico superior – ainda o tão arrepiante palavrão, a corrupção, está bem de ver, entrava tanto em jogo, dias havia que o velhinho Estádio José Alvalade parecia uma autêntica romaria, com o relvado, as pistas de atletismo e de ciclismo pejadas de atletas em animado convívio pujante de força e graciosidade.

É neste salutar ambiente que entra um promissor concorrente querendo trocar o ringue pela pista por se julgar dotado para pequenas distâncias, como são os “sprinters”. Andava ele no aquecimento, esmurrando o vento, para descer ao interior do estádio para dar porrada no saco (quem era o mestre, era Ferraz que ainda me elucidou na Marinha, aquando do Curso de Educação Física, o primeiro da Armada, como era a defesa e o ataque na disciplina “Nobre Arte”).

No colored rapagão até a cor lhe emprestava parecenças com o campeão olímpico dos 200 metros, o jamaicano UsainBolt, o tal que apontava ao céu como que agradecendo aos deuses mais uma vitória quase sempre ornamentada com novo recorde.

A leonina figura que até ali mantinha o sonho de dominar o duplo hectómetro, continuava com o necessário aquecimento para que o teste não lhe trouxesse dissabores com alguma lesão, já que a noite se aproximava e o vento frio não queria faltar. Era fisicamente dotado, corpo que nem o helénico Zeus – deus supremo do Olimpo– desdenharia.

Na Grécia antiga, isto 490 a.C., berço da civilização ocidental, os homens helénicos primavam por exibir os seus esbeltos e musculados corpos nus em jogos e danças. Não esquecer que ali se iniciaram os Jogos Olímpicos.

Ainda nestes tempos surgiu a lenda do soldado grego Fidípidesque na guerra contra os persas correu 42.195 metros da cidade de Maratona a Atenas para pedir reforços pelo caminho. Daí a prova olímpica com o mesmo nome. Voltou com mais de dez mil soldados que venceram a batalha. Contudo, um prepotente comandante – eles ainda andam por aí – ordenou ao esforçado soldado-atleta que voltasse a Atenas correndo (!) para dar a notícia da vitória. Extenuado, ainda assim, deu o recado, mas de pronto sucumbiu por não ter aguentado tal, esforço sobre humano. De certo modo sei avaliar o que custa fazer em competição semelhante, trinta quilómetros, fi-lo apenas uma vez – Campeonato Nacional de Fundo – fui segundo a seguir ao imorredoiro Armando Aldegalega que ainda corre por aí, lá se vai aguentando, cada vez mais pequeno por se ir “gastando”! A parte final, chegada ao Estádio Nacional, as pernas já não queriam as sopas e a cabeça martelava como se bigorna fosse. Valeu pela experiência.

 

José Morujo Júlio

06 setembro2020

“FEITOS” E LARACHAS DE MONTALVANENSES

COITADOS DOS SANTINHOS… Há quase um século, Montalvão tinha um pároco muito querido pelas nossas gentes, chamava-se Agostinho, exímio caçador, por sinal. Um belo dia o velho cura solicita ao João Fartel e seu comparsa Ti Bufa - homem de palavras mansas que despoletava risos a qualquer trombudo – para uma ajuda na mudança de alguns santos. Mal o senhor prior se descuidou na sacristia e já o São Torcato e o São Bento tinham dois cigarros provisórios nos queixos; apercebendo-se de que o cheiro era tudo menos incenso, benzeu-se duas vezes e rogou outras tantas pragas “à seus malandros, isso faz-se?” asseverou o padre com veemência, ao que o Ti Bufa naquele palrar inocente (!) responde: “Ó Senhor Padre, aqui estão estes pobres de Cristo sem irem ao cinema, beber um copo, fumé um ceguerre”…Perdoai-os Senhor que eles não sabem o que fazem. Chiça! não disse, mas pensou, o condescendente prior.

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QUARENTA ESCUDOS SENHOR PADREEE!… Ainda aquele amado padre Agostinho. Um dia, um cigano bate-lhe à porta anunciando: “Senhor padre, olhe o mê filhe morreu, o moço que tinha vinte anos”. Meus sentimentos, confortando o amigo Lelo, agora temos de lhe fazer o funeral, são quarenta escudos. “Quarenta escudos senhor priori aaaiimãee… quarenta escudos nem valia eli vivo quanto mais agora depois de morto; aí lhe fica!”. Adeus que ê tenhe de irip’rafêra de Alpalhã”.

                                                            ********************

Ê CHIQUE, LAVA LÁ AÍ OS… Uma família genuína montalvanense foi fazer um piquenique lá para os Olhos de Água, Portagem, onde nasce o nosso Sever. Preparando a salada e num ambiente de festa, a esposa grita ao marido que entretanto estava em amena cavaqueira, se calhar contando pêtas,já que era caçador: “Ó Chique (nome fictício) lava lá aí os tomates” ele resmungandolá foi dizendo em dó menor. “outra vez!”

                                                            *******************

Ê MÃE, AQUI É QUE É O… Uma família nossa conterrânea estando a velar o patriarca, no meio de todo aquele ambiente pesado, o filho mais novo, apercebendo-se de tão angustiante verter de lágrimas saiu-se com esta: “Ê mãe aqui é que é o chorá”…

                                                            ********************

“SI SI TIENE UNA PATA…   No tempo do contrabando, o meio de vida dos nossos patrícios era o contrabando. Numa dessas idas até ao lado de lá, depois de entregue a tripa e o café, dois amigos esconderam-se numa igreja onde se celebrava um baptizado. Um deles, com uma perna quase inerte, apoiava-se num varapau mal enchaputado mais parecendo um fueire. Entraram até meio da capela mas o toque-toque na velha madeira alertou o cura que olhando o nosso conterrâneo: “Non lhe dá a ustedberguênça de entrar em casa del Dios com el palo na mano”? mal ajeitado o nosso amigo apontando para a perna desengonçanda diz: “mira usted”. O pastor,mais compreensivo,hablou: “Bueno, bueno, tienne una pata rota”.

                                                                                                            José Morujo Júlio

03 setembro2020

AINDA A RAPOSA…AGORA A CONVIVER COM JAVALIS

A história da raposa – mas que mania de gostar tanto dabichana–percorre toda uma geração, passando de pais para filhos, onde surge a primeira herdeira, uma gaiata que tanto para comer como para dormir tinha porras, no primeiro caso só com o nariz tapado entrava algum alimento e no segundo só pregava olho andando de carro primeiro e contando longas histórias depois.

Quando me tocava a mim lá vinha a raposinha à baila, mas a história de tanto contada já tinha várias versões, como a gaiata – ceguena manhosa – continuava de olho arregalado, eu acabava por adormecer primeiro na altura do e depois…zás, cabeça à banda, e ela com os dedos abria-me os olhos como que à procura deganfanas…e depois…e depois…e depois…!

Onze anos depois veio um loiro rapagão que ao invés da irmã era um autêntico come-e-dorme. Ainda mal andava, lá vinha ele do berço: ó mamã o menino ainda não lanchou, isto pouco tempo depois de terenchido o bucho!Na história, era sempre apanhado na curva, fosse qual fosse a versão. Contava eu, apressando o final, e então o gaiato adormeceu na caminha de palhinha de milho… e saltava ele: ó pai o menino ainda não correu para a choça! O menino tinha ido a passo porque estava cansado por ter andado aos ninhos. Vê lá mas é se dormes que o pai vai ali já vem. Chi carafe que ganda seca!

Toda esta converseta obrigou-me a visitar a “Badalena”. Desci a barreira, com início no local onde outrora se erguera a capela de Nossa Senhora Maria Madalena e à medida que me aproximava da antiga vistosa horta, perdia o alento. Na companhia de minha mulher – onde é que havia aquela imensa figueira estiveira que temos uma foto apanhando apetitosos figos todos raiadinhos – parámos debaixo de um grande chaparro, com o tronco nêigreque nem um tecem, mas que todavia tinha albergado uma família de melros já libertados, era um sinal de vida num ambiente desolador. As vages, uvas e tomates, abrunhos, buchêigues e ameixas davam lugar a um imenso silvado, donde, pasmem, saiu uma vintena de javalis, ainda bácoros, já que os progenitores nem sequer abandonaram a malhada, com a certeza que ninguém os importunaria.

 A cabana dos meus sonhos era agora um montão de pedras sem direito a albergue já que o telhado jamais suportará outra doninha. Isto é um pequeno exemplo de um Alentejo cada vez mais esquecido onde o trigo não medra e o mato avança, até as azinheiras e os sobreiros morrem à míngua. Salva-se o gado, porque subsidiado, nos alerta em noites de Verão anunciando que por ali ainda vai havendo vida.

Nestes dias tenho assistido ao “Tour de France” e é com satisfação suprema que posso apreciar uma imensidade de campos lavrados ou semeados, numa simbiose de cores para meu deleite. Ao invés aquele que foi o “Celeiro de Portugal”, é agora um bardo de vacas e ovelhas, um mundo de bosta e caganita. Rais parta!

 

José Morujo Júlio

04 setembro 2020

…” Ó SÔR AGENTE, POR AQUI VOU BEM PARA O MONTE POMBO?

Foi quase há uma vintena de anos, quinze dos quais em “alta competição”, a dar à perna e para que a forma surgisse na pista tínhamos de devorar quilómetros em estrada, praia e campo, com extensas rampas enlameadas. Neste sentido arrancávamos do Estádio José Alvalade até à Serra de Monsanto, pulmão de Lisboa por excelência, passando pela Segunda Circular onde, em 1976, Carlos Lopes, preparando-se para os Jogos Olímpicos de Montreal, foi atropelado, isto a quinze dias do grande evento, mas mesmo assim conseguiu ser vice-campeão, perdendo apenas para o finlandês Lasse Viren, com quem convivi, vinte e tal anos depois, em sua casa sobranceira a um extenso lago.

Cabe aqui um pouco de história sobre a vitória do “finlandês voador” e seus colegas de fundo e meio-fundo. É que esta famosa equipa preparava-se em altas montanhas de países como o Quénia. Aqui trabalhavam meses a fio e no momento próprio era-lhes retirado parte do seu sangue que, altamente oxigenado, lhes viria a ser administrado ao nível do mar aquando das mais prestigiantes competições. Daí os “finlandeses voadores”, pudera! Era um “doping” encapotado, mas que dada a sua complexidade se tornava difícil confrontar e punir.

Não raras vezes nos percursos de estrada éramos alvo dos mais variados piropos como “vão trabalhar malandros”, como se a seguir ao duche fossemos relaxar. No meu caso saía do Estádio e vinha directo para o Jornal “Diário Popular”, no Bairro Alto, onde, para além deste diário, também se compunha “A Bola”, o “Record” e várias revistas.

Neste trajecto, Saldanha, Marquês, Avenida da Liberdade, aquivirava à Praça da Alegria, e era um salto para o velhinho Bairro Alto.

Descia eu a concorrida Avenida quando, no cruzamento a seguir ao Parque Mayer, dou de caras com um agente policial a comandar o trânsito. Quase encostei o 1602 às calças da autoridade, ao mesmo tempo que lançava a bojarda: “Ó Sôr agente, por aqui vou bem para o Monte Pombo”? Virou-se e com aquela cara que os polícias de antanho “punham” para mostrarem quem eram (!) e, quando se preparava para dar a sua voz de comando, reparou a tempo e “eu logo vi, mas que prenda” e logo rematou: “Por aí vais é direito à Fonte Ferrenha”.

Estou a falar do nosso querido conterrâneo, “Baleiza” (Amândio Mourato) – paz à sua alma -  que bastas vezes avistava por ruas e vielas desta velha cidade de Lisboa, que também amo.

 

José Morujo Júlio

02 setembro2020

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