Adufeiras do Rancho Etnográfico de Idanha-a-Nova
(Historial)
O Rancho Etnográfico de Idanha-a-Nova é uma associação artística, cultural e recreativa. Actualmente, tem em funcionamento o grupo das Adufeiras.
Em 21 de Novembro de 1935, foi na cidade de Castelo Branco que o Rancho Etnográfico de Idanha-a-Nova se estreou, pela mão do prestigiado etnógrafo Dr. Jaime Lopes Dias, autor dos 11 volumes da “Etnografia da Beira”.
As Adufeiras do Rancho Etnográfico de Idanha-a-Nova, possuidoras de um vasto repertório vêm participando em festividades, festivais nacionais de norte a sul de Portugal e internacionais em Espanha, França, Alemanha e Holanda.
Em 1996, representaram Portugal na 1ª Folcloríada Mundial, que se realizou na cidade de Brusson (Holanda), onde participaram 63 países.
As inconfundíveis adufeiras estiveram na EXPO’98 durante 17 dias, onde se exibiram com a assinatura do coreógrafo Rui Lopes Graça, no espectáculo “Cancioneiro Breve”, conjuntamente com os bailarinos da Companhia Nacional de Bailado, evidenciando uma admirável harmonia entre tradição e modernidade.
Em 1999, no Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova gravaram para um CD de Dulce Pontes.
Em Maio de 2003 gravaram no Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova, um CD.
Em Julho de 2015 foram convidadas de Ana Laíns no Concerto de Encerramento das “Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa”, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
Os trajes que as adufeiras envergam reproduzem o vestuário da multissecular Vila de Idanha-a-Nova, nos finais do Séc. XIX, tais como: o de Serendeira, o de Moleirinha, o de Arraiana e outros.
O Rancho Etnográfico de Idanha-a-Nova, do qual fazem parte as Adufeiras é membro efectivo da Federação de Folclore Português e está inscrito no INATEL. Idanha-a-Nova é Cidade Criativa da UNESCO no âmbito da Música, desde Dezembro de 2015.
Coro da Associação de Amigos da Escola de Música do Conservatório Nacional
O Coro da AAEMCN, assim designado abreviadamente ou como Coro dos Amigos, no seiodos seus membros, é um grupo coral amador, fundado em 2008, a partir de um grupo de amigos da Escola de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa, e, em alguns casos, concomitantemente, de pais de alunos frequentando à época a referida Escola.
Atualmente é composto por cerca de cinquenta elementos, unidos exclusivamente pelo gosto de cantarem em grupo, explorando e apreciando a harmonia polifónica das vozes. É formado por cantores maioritariamente femininos e portugueses, a par de outras nacionalidades: alemães, franceses, italianos e suecos. É, por isso, um coro multicultural e multilinguístico, o que, aliás, está bem refletido no eclético repertório que interpreta, em diferentes línguas: música sacra, profana, popular, ligeira, folclore; medieval, barroca, contemporânea; música do mundo.
O Coro da AAEMCN, tem como base para ensaios as instalações do Conservatório Nacional, na Rua dos Caetanos, em pleno Bairro Alto, em Lisboa, ensaiando regularmente às quartas feiras, entre as 20:30 e as 22:30 horas.
As atuações do Coro, no âmbito das suas estritas competências e assumida responsabilidade cívica, visam também o cumprimento da função social de entretenimento, atuando, mediante convite, em instituições de beneficência, lares de terceira idade, hospitais, centros de dia, igrejas, encontros de coros, alguns dos quais promovidos por si.
O Coro da AAEMCN foi inicialmente dirigido pelo Maestro Luís Almeida e subsequentemente pelo Maestro Pedro Ferreira.
Desde 2014 até à presente data, a direção compete ao Maestro Luís Lopes Cardoso.
Direção do Coro – Luís Lopes Cardoso
Nota biográfica
O Luís aprendeu a assobiar aos 6 anos com o vizinho do lado, o Sr. Primavera, mas antes já cantava, para desespero dos pais, de sol a sol e, segundo rezam as crónicas familiares, também durante a noite, nos sonhos.
Após demasiados anos distraído com outras coisas resolveu aceitar resignadamente o seu fado e dedicar-se a sério à música: primeiro estudou canto, claro; depois, porque lhe pareceu ter qualquer coisa a acrescentar, estudou composição.
A dada altura, convenceu-se de que uma palavra cantada vale mais do que mil imagens e que cantada por muitos vale ainda mais; por isso, foi estudar direcção coral. Desde então, mexe os braços e canta de sol a sol, para desespero da esposa e do filho, e, segundo o testemunho deles, também em sonhos, durante a noite.
CORO ADECAM
O CORO ADECAM constituído em 2000 é um projeto da ADECAM Associação para a Defesa e Desenvolvimento do Campo Grande, sediada em Alvalade-Lisboa.
Sentindo-se necessidade de mudança e renovação, em 2017 passou a ser dirigido pelo Maestro Carlos Ançã.
Atualmente é formado por 35 elementos.
Com uma variedade interessante de vozes com o objetivo de cantar em conjunto e em explorar os mais diversos tipos de repertório, desde o erudito ao contemporâneo, abrangendo os vários estilos de música.
Em Abril fez a sua primeira apresentação na Gare do Oriente participando num Flash Mob.
Atuou no Festival de Verão “Concertos ao Entardecer” organizado pela Junta de Freguesia de Alvalade – Lisboa e também num concerto de coros na Igreja Matriz da Amadora.
Biografia Maestro Carlos Ançã
Iniciou os estudos musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa onde estudou canto gregoriano com a Professora Maria Helena Pires de Matos e técnicas de composição com o Professor Christopher Bochman.
Frequentou o curso de Direção Coral na Escola Superior de Música de Lisboa, e na disciplina de técnica vocal com o Professor Luís Madureira.
Foi coralista de reforço no Coro do Teatro Nacional de S. Carlos durante duas temporadas e também no Coro Gulbenkian, que teve como maestro alguns nomes conhecidos como Cláudio Abade.
Frequentou dois workshops de canto com a Professora Maria Dolores e Helmut Lips. Frequentou também aulas de teatro e workshops com o Professor Bruno Schiappa.
Foi tenor no grupo ‘’Negros de Luz’’, participou em várias gravações de músicos e cantores portugueses como Calos Alberto Moniz, Sara Tavares e também algumas produções da Disney como O Rei Leão, Pocahontas ou Goofy Moovie. Foi membro do grupo ‘’ Sons em Cena’’ dedicado a colocar em palco algumas das melhores canções da Broadway. Ensaiou as vozes da primeira edição de ‘’Amália’’ de Filipe La Féria no Teatro Politeama.
É atualmente professor de técnica vocal e realiza também formação técnica vocal em várias localidades, incluindo alguns eventos nos Estados Unidos da América e em Londres.
Foi maestro do Grupo Coral de Mafra.
É membro atual do Coro Gregoriano de Lisboa, maestro do Coro Gospel de Lisboa e do Coro ADECAM.
O Coro da EDP
Breve historial
Em Outubro de 1999 alguns trabalhadores da CPPE – Companhia Portuguesa de Produção de Electricidade, tendo em comum o gosto pela música, mas com muito poucos (ou nenhuns) conhecimentos musicais, juntaram os seus esforços na tentativa de criar um Grupo Coral.
Está hoje abrangido pela acção mecenática da Fundação EDP, sob o nome mais geral de Coro EDP e conta com 25 elementos.
Maestros, Actuações e Ensaios
O Coro da EDP teve como maestros Serafim Gil, Filipe Carvalheiro, Paulo Videira e presentemente trabalha com Regina Mostardinha.
Já actuou, por convite, no Teatro Maria Matos, no Auditório Carlos Paredes, no Auditório da Casa do Artista, no Solar dos Zagalos, no Instituto Nacional de Estatística no Museu de Eletricidade, Convento Capuchos entre outros.
Participou em vários encontros de coros e actividades culturais autárquicas, e festas de âmbito natalício promovidas pela EDP, nomeadamente em Lisboa e Porto ( Alfândega e Serralves ).
Em outubro de 2013, a convite de um coro espanhol, teve a sua internacionalização em Madrid.
Em Dezembro de 2014 participou no Festival de Música Coral em Praga.
Em Junho de 2016 o coro participou no evento “ Noites de Verão “, em Ponta Delgada – Açores.
De 9 a 15 de Abril 2017 participa no16Th Festival Internacional de Musica Coral em Budapeste.
Repertório
O repertório do Grupo Coral da EDP é bastante diversificado. Não se pretendeu a fixação num determinado tipo de música mas, pelo contrário, ir ao encontro dos mais variados gostos musicais.
É assim que se misturam estilos tão diferentes como a música popular, a música sacra, os espirituais negros, trechos de óperas ou até adaptações de temas da área folk e rock.

Coro da Cruz Vermelha Águeda
Historial
O Coro Misto da Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa, aparece com o intuito de preencher um espaço cultural diferente e inovador dentro da Instituição.
Entende-se que a Cruz Vermelha não deve ser só “emergência social e de socorro”, mas também “um espaço de cultura”.
O Coro Misto fez o seu primeiro ensaio no dia 6 de Abril de 2006, e apresentou-se pela primeira vez ao público de Águeda, no dia 1 de Outubro de 2006 (Dia Mundial da Música), apadrinhado pelo Coro da Sede Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa.
Desde então, tem realizado inúmeros concertos, quer na comunidade em que se insere, quer ainda em diversos locais do nosso país, onde se tem deslocado, a convite de vários Coros congéneres e de outras Entidades.
Em Espanha, deslocou-se a Viveiro (2007 e 2017), Rianxo (2008), Ribadeo (2010), Alba de Tormes (2012), Ourense (2014) e Santiago de Compostela (2015), onde solenizou a Missa do Peregrino na Catedral.
No campo da música coral-sinfónica, já efectuou concertos em conjunto com a Banda Nova de Fermentelos e Banda Marcial de Fermentelos.
Tem participado com regularidade nos Encontros de Coros da Bairrada, desde a 13.a Edição, tendo organizado a 16.o com assinalável êxito.
Em 2016, comemorou os seus 10 anos de existência, tendo para o efeito realizado várias iniciativas, com destaque para o concerto da Orquestra Ligeira do Exército.
Já em Maio de 2017, participou no concerto inaugural do Centro de Artes de Águeda, interpretando a cantata profana "Alma", com poemas de Manuel Alegre e música de Luis Cardoso, na companhia dos coros do concelho e da Orquestra Municipal de Águeda.
Em Dezembro de 2018, apresentou no Teatro Aveirense, juntamente com a Banda Sinfónica da Quinta do Picado, coros congéneres e vários solistas, a cantata “Carmina Burana” de Carl Orff, tendo realizado de seguida uma 2.a récita dessa mesma obra, em Janeiro de 2019, no Auditório do Centro de Artes de Águeda, ambas com salas completamente esgotadas, onde o público não poupou fartos aplausos e rasgados elogios.
Organiza anualmente na cidade de Águeda, o Concerto de Aniversário do Coro, e nas freguesias limítrofes o Concerto de Natal.
O seu reportório é constituído por obras sacras e profanas, desde a época renascentista à contemporânea, de compositores nacionais e estrangeiros, de forma a agradar ao vastíssimo público.
O Coro Misto da Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa é, presentemente, constituído por cerca de 45 elementos de ambos os sexos, estando a Direcção Artística, desde a fundação, a cargo do Maestro Prof. Sérgio Brito.
Diretor Artístico
Sérgio Brito | Maestro
Nasceu em Coimbra em 1979.
Iniciou os seus estudos musicais aos 8 anos com seu pai na Casa do Povo de Águeda, e posteriormente com o compositor Cap. Amílcar Morais na Orquestra Filarmónica 12 de Abril.
Ingressou no Conservatório de Música de Aveiro em 1992, onde concluiu o Curso Complementar de Piano, com a classificação de 18 valores, na classe da Prof.a Helena Galante.
Ganhou 1os e 2os prémios em Concursos de Piano, e realizou recitais a solo e em música de câmara em vários pontos do país.
Frequentou vários cursos de técnica e interpretação pianística e música de câmara com professores de renome internacional; na área de Direção Coral, estudou com José Robert, António Vassalo Lourenço, Paulo Lourenço, Vasco Negreiros, Pedro Teixeira, Gonçalo Lourenço, Teresita Gutierrez, Sérgio Fontão e Luís Bragança Gil; e Canto e Técnica Vocal com Joaquina Ly.
É Licenciado em Música pela Universidade de Aveiro, com a classificação de 18 valores na área específica de Piano, na classe do Prof. Álvaro Teixeira Lopes.
Foi professor no Conservatório de Música de Coimbra, Conservatório de Artes e Comunicação de Oliveira do Bairro e Escola de Música da Casa do Povo de Águeda.
Dirigiu o Coro Misto do Orfeão de Águeda de 1999 a 2005, e os Pequenos Cantores de Barrô de 2013 a 2014.
Fez parte ainda, como acordeonista, da Orquestra Juvenil da Casa do Povo de Águeda, de 1990 a 2016.
Atualmente, é professor de piano no Conservatório de Música de Águeda, onde desempenha também funções directivas, desde 2002.
É maestro fundador do Coro Misto da Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa, desde Abril de 2006, e maestro principal do Orfeão de Barrô, desde Outubro de 2005.
Em Abril de 2016, foi nomeado maestro adjunto do CatedrAv – Coro da Catedral de Aveiro, sendo também colaborador do Departamento Diocesano de Música Litúrgica.
Coro Gospel de Ponte de Sor
breve historial
O Coro Gospel de Ponte de Sor foi fundado pela Caminhar-AssociaçãoCristã de Apoio Social, em janeiro de 2017, trazendo para o quotidianocultural desta comunidade uma música que inspira e nos liga a umadimensão transcendental da nossa existência, através de um estilomusical vivo, cheio de energia e com uma mensagem positiva que tocacada coração.
Inspirados pelos clássicos do filme SisterAct II, e do Gospel contemporâneo, fazem parte do repertório as seguintes músicas: “HappyDay”, de Edwin Hawkins; “Mylifeis in yourhands”, de Kirk Franklin; “AmazingGrace”, de John Newton; “Holy, Holy, Holy”, de AlvinSlaughter.
O Coro Gospel de Ponte de Sor tem como Diretor Musical o conhecido pianista Ruben Alvese as Maestrinas Eunice Cunha e Lídia Ferreira.
Eunice Cunha, Maestrina do Coro do Desafio Jovem
nota biográfica
Eunice Cunha, 44 anos, casada, com dois filhos, é natural de Lisboa. Cresceu num ambiente musical por influência do avô paterno, que era músico, e do pai. Teve alguma formação musical em criança, mas é como autodidata que aprende a tocar piano e viola. Canta desde criança e ingressa num coral clássico aos 12 até aos 22 anos. Durante o mesmo período participou em várias
formações musicais, como duetos, quartetos, mini-corais, onde se começa a destacar a sua capacidade auditiva para a criação de harmonias.
De 2000 até 2015, foi responsável por dirigir o coral da Instituição Desafio Jovem, onde trabalhou.
A música, mais propriamente, o motivar pessoas sem formação coral a cantar a vozes, é uma das suas paixões.
Lídia Rute, cantora nos grupos Gospel Collectivee DeepVoices
nota biográfica
Lídia Rute nasceu em Lisboa há 49 anos. Desde tenra idade que a músicase torna numa paixão sempre presente na sua vida através da igrejaevangélica, telefonia e televisão. O coral da igreja bem como osdiversos grupos/solistas aí existentes e as edições do Festival daCanção, na primeira metade da década de 70, são preponderantes para oseu crescente desejo de cantar.
Desde criança participou em vários musicais, diversos projetos a soloe em distintas formações vocais.
Apesar da pouca formação musical, aventurou-se como autodidata nomundo do ritmo aprendendo a tocar bateria. Em 1996 abraça a regênciade um coral clássico onde permanece até 2005. Depois disso despontamnovos desafios na área da música e do teatro, exemplo disso são osdiversos projetos Gospel em que participa e a passagempelo Fado e Revista à Portuguesa.
Direção Musical – pianista Rúben Alves*
Músico, pianista e compositor, nascido em 1976, Ruben Alves iniciou osestudos musicais aos 5 anos de idade e a partir dos 8 anos começou aestudar piano, tendo concluído o curso geral de música aos 21 anos.
Completou a sua formação na área do jazz em Barcelona. As suasinúmeras participações, a solo ou com outros artistas nacionais eestrangeiros, não se esgotam em espetáculos musicais, mas atravessamáreas tão diversificadas como o teatro, cinema (documentários efilmes) e televisão (programas, novelas, castings e concursos).
Commuitos anos de experiência pedagógica, leciona a nível privado e eminstituições de ensino, desde a iniciação ao instrumento até aosníveis mais avançados, tendorealizado igualmente diversos workshops.
Nas áreas do cinema e da televisão participou com interpretaçõesimprovisadas nos ciclos de cinema mudo da cinemateca portuguesa e, foiprofessor e pianista em programas televisivos.acompanhou ao piano diversos cantores como Mariza e Fausto.
Atualmentetoca com Carminho, Áurea, João Gil e Rui Veloso. Na área do jazz temdesenvolvido trabalho de autor com os seguintes títulos: “Clara Madrugada” (2000) e“Súbito” (2008). Em 2012 lançou “Kolme”, emco-autoria com Carlos Miguel (bateria) e Miguel Amado (contrabaixo), erecentemente, “KolmeII” (2017).
*http://www.rubenalves.pt/pt/home-pt/
CORO POLIFÓNICO “CANTAR NOSSO”
Constituiu-se em 1987.
Consta do seu reportório quase todo o tipo de música.
Constituem o coro cerca de 45 elementos.
- No plano nacional:
Tem participado em cerimónias litúrgicas, casamentos, batizados, comemoração de efemérides, congressos, receção a entidades, recitais, concertos didático/comentados e em encontros corais, de Norte a Sul do país.
Participou nos CDs: “Os melhores coros amadores da região do Ribatejo e Estremadura Norte”, “Poesia de Elsa de Noronha”, “A Música da Golegã”, “A História Musical das Tropas Para-quedistas” e em “Os romeiros da Golegã”
Em 2002 participou no concerto de gala do Conservatório de Música da Golegã interpretando alguns clássicos corais sinfónicos da ópera rock “Jesus ChristSuper Star” e do cantor pop CatStevens.
Em 2008 realizou um concerto de homenagem a Carlos Paião com o nome “20 Anos de Música e Cultura” no Cine teatro Gil Vicente de Golegã-
Em 2009/10 levou a palco 6 espetáculos do musical “O Nazareno” de Frei Hermano da Câmara com encenação de Miguel Galhofo.
Em 2013 celebrou 25 anos a cantar, com um concerto barroco coral sinfónico, na Igreja Matriz da Golegã.
Em 2014 atuou em Castelo Branco para Sua Exas. os Sr. Ministro da Segurança Social e o Primeiro-ministro da República Portuguesa.
Em 2015 interpretou Mar salgado a 4 vozes num concerto tributo aos “Amor Electro”; “Zadock thepriest” de Haendel, com grande orquestra e vários coros no Cine Teatro Virgínia de Torre Novas; a ópera Dido e Eneias de Henry Purcell acompanhado a piano por Francisco Sassetti, numa encenação de Sílvia Mateus.
Em 2016 repetiu a interpretação de Dido e Eneias de Henry Purcell e participou na representação de Don Giovanni de W. Amadeus Mozart acompanhadas a piano por Francisco Sassetti e com a encenação de Sílvia Mateus.
A 30 de março de 2017 atuou para Sua Exa. o Secretario de Estado da Juventude e do Desporto Dr. João Paulo Rebelo na Casa da Música de Golegã aquando da sua visita.
No decorrer do ano de 2017 apresentou a Missa Crioula de Ariel Ramirez com pequena orquestra e os solistas: Maria João Sousa e Pedro Nascimento.
Em 2018 repôs em cena a ópera “Dido e Eneias” com encenação de Miguel Galhofo, direção musical de José Dias e acompanhado a piano por Francisco Sassetti no Convento de Cristo de Tomar e em Igreja Matriz de Vila Nova da Barquinha.
- No plano internacional:
Em 2003 deslocou-se a Poitiers (França), no final do mês de maio e em setembro a Valladolid (Espanha), no ano de 2004 em outubro deslocou-se a Pozuelo de Alarcon – Madrid (Espanha), já em abril de 2007 deslocou-se a Milão (Itália), no ano 2012 em fins de abril viajou até Prilly/Lausanne (Suíça) e em 2018 no final do mês de julho esteve em Casalvieri (Itália).
O coro ensaia semanalmente na Casa da Música da Golegã, sede da Associação Cultural “Cantar Nosso”.
Maestro José Dias
José Dias, é natural de Lisboa onde iniciou a sua aprendizagem musical, continuou os seus estudos musicais na Academia de Música e no Conservatório Regional de Música de Tomar.
Estudou Técnica Vocal com Helena Afonso, Elsa Possante e Lia Altavila, fez Composição com Daniel Schwetz. Concluiu o curso de pedagogia musical com Jos Wuytack e didática “SpielenMitMusiK” com Pierre Van Hauwe.
Desde 2002 é possuidor de habilitação própria de nível superior, atribuída pelo Excelentíssimo Secretário de Estado da Administração Educativa.
É responsável pedagógico pela formação e sensibilização musical em várias escolas do 1º ciclo e jardins-de-infância no Distrito de Santarém, exerceu funções de docente no IASFA/Alfeite em Lisboa e foi professor de formação musical na Academia de Música de Tomar e nos conservatórios regionais do Coral Phydellius - Torres Novas e Casa das Artes/Conservatório Regional de Músicas da Golegã.
Como frequentador das Jornadas de Música da Sé de Évora desenvolveu os seus conhecimentos em polifonia e técnicas de canto sob orientação dos maestros Francisco d’Orey, José Luís Borges Coelho, Jorge Mata, Peter Philips, Fernando Eldoro, etc… Frequentou ainda cursos intensivos de aperfeiçoamento em Direção Coral com os Maestros António Sousa, Alexandre Branco e José Robert, entre outros…
Participou como Maestro Responsável, nas XII Férias Corais em Valladolid – Espanha, subordinado ao tema “A Polifonia Portuguesa e Espanhola dos Séc. XVI a XVIII.
Foi fundador dos grupos corais: das Ex – Tropas Pára-quedistas e da Força Aérea Portuguesa; do Orfeão “Cantar Nosso” da Golegã, coro da Sta Casa da Misericórdia da Golegã, Coral Jubilare de Alcanena. Dirigiu ainda o Coro de Gregoriano e o de Música Antiga da Casa da Música (Golegã), “La Passion” de Sta Margarida (Constância), Orfeão de Alpiarça, Coro da Base do Lumiar, do Estado-maior da Força Aérea, Base Aérea da Ota, Base Aérea nº 5 em Monte Real, da BETP/Tancos, da Base Operacional de Tropas Para-quedistas nº 2 de S. Jacinto (Aveiro) e da ETAT em Tancos.
Dirige, desde a sua fundação, o Coro Polifónico da Golegã.
No plano Internacional participou e dirigiu concertos em Espanha, França, Itália, Suíça e República Checa.
POLYPHONIA SCHOLA CANTORUM
O coro Polyphonia Schola Cantorum, associação cultural com estatuto de pessoa coletiva de utilidade pública, foi criado em 1941 por iniciativa de Olga Violante, Sara Navarro Lopes, João da Silva Santos e Sebastião Cardoso e teve como primeiro Cantor-Mor (regente), o insigne musicólogo Mário de Sampayo Ribeiro, que o dirigiu até à sua morte, em 13 de maio de 1966. Foi intenção dos fundadores dar vida a um organismo coral de carácter permanente que pudesse dedicar-se, especialmente, à descoberta e divulgação dos tesouros da música portuguesa, então perdidos em arquivos e bibliotecas.
O êxito desta iniciativa foi notável: ressurgiram em todo o seu esplendor os centros musicais de Évora, Elvas, Lisboa, Coimbra e Viseu e, com eles, as obras dos grandes mestres dos séculos XVI e XVII, que Polyphonia deu a conhecer através da sua publicação e da sua interpretação em concertos.
Com efeito, grande parte destas obras tem sido divulgada, desde a sua fundação, mantendo atividade ininterrupta, por todo o país e no estrangeiro, através de muitas centenas de actuações, da publicação de edições de partituras de música polifónica religiosa e popular portuguesa e, ainda, de gravações em disco de peças do seu repertório.
Atendendo à elevada contribuição de Polyphonia em prol da música, e em especial da música polifónica portuguesa, foi-lhe atribuída, em outubro de 1985, a Medalha de Mérito Cultural pelo então ministro da Cultura.
Desde 2004, o coro Polyphonia Schola Cantorum é dirigido pelo maestro Sérgio Fontão.
SÉRGIO FONTÃO
Sérgio Fontão é Mestre em Direção Coral pela Escola Superior de Música de Lisboa. Iniciou os estudos musicais aos cinco anos de idade, sob a orientação do seu pai, e frequentou posteriormente a Escola de Música Nossa Senhora do Cabo (Linda-a-Velha) e o Conservatório Nacional (Lisboa), onde concluiu o curso de Canto, após estudos de piano, harpa e percussão. Paralelamente, concluiu a licenciatura em Comunicação Social, na Universidade Nova de Lisboa, e o curso de Gestão das Artes, no Centro Cultural de Belém. Como complemento da sua formação académica, frequentou vários cursos de aperfeiçoamento em direção coral e orquestral, canto e música antiga.
Sérgio Fontão mantém uma intensa atividade como membro ou diretor de diversos agrupamentos, realizando concertos em inúmeros países da Europa, da Ásia e das Américas. O seu trabalho inclui também a participação em espetáculos de ópera e teatro e a realização de gravações em disco e para cinema, rádio e televisão. Dirige um vasto repertório, que se estende da música medieval à criação musical contemporânea, com formações como Polyphonia Schola Cantorum, Voces Caelestes, Coro Gulbenkian e Orquestra Metropolitana de Lisboa. É professor de Direção e Coro, no âmbito da licenciatura em Música na Comunidade, uma parceria entre a Escola Superior de Educação e a Escola Superior de Música de Lisboa.
CUTLA – Clube Universitário Tempo Livre da Amadora
O CUTLA – Clube Universitário Tempo Livre da Amadora é uma instituição sem fins lucrativos e que se identifica como uma Universidade Sénior, atualmente com mais de 300 sócios/alunos. Fundamenta-se num conceito de instituição com níveis diferenciados de objetivos dos quais salientamos a vertente académica e as ações sociais e lúdicas.
Alicerçado neste princípio, o CUTLA, objetiva a sua Acão no apoio incondicional à população do concelho da Amadora e arredores, oferecendo mais de 50 disciplinas diferentes, nas áreas da Cultura, Artes, Desporto, Informática e Lazer.
No que concerne à dimensão lúdica ou lazer, são criados tempos e espaços para combater a solidão e desenvolver em sã camaradagem, as relações interpessoais com base no livre arbítrio e prazer pessoal.
Como se compreende, não são ministrados cursos e muito menos se atribuem classificações ou diplomas, atendendo que não é pretensão formar profissionais para o mercado de trabalho, mas sim proporcionar conhecimentos e saberes de acordo com os interesses de cada um.
Sendo verdade que as Universidades Sénior são o reflexo de uma mudança de atitude perante a vida, o CUTLA se estrutura e se define na defesa deste princípio, proporcionando aos sócios/alunos, os meios necessários para a concretização de uma realidade vivida por todos que já abandonaram a vida profissional e que desejam realizar coisas diferentes.
Em resumo, somos uma instituição preocupada com o complemento formativo dos cidadãos conscientes e atuantes. Somos um espaço de mãos dadas com a vida e onde a relação afetiva é a mola real que faz pulsar o coração de todos os que já fazem parte desta grande família. Somos uma janela aberta para a vida!
Maestro Paulo Cordeiro
Nascido em Alcobaça em 1970, foi na Sociedade Filarmónica Vestiarense em Alcobaça que, aos 13 anos, Paulo Jorge Figueiredo Cordeiro iniciou os seus estudos musicais com o Euphonium, tendo optado pelo trombone de varas aos 18 anos. Em 1989 ingressou no Curso Complementar de Trombone do Conservatório de Música Nacional. Após ter frequentado o Curso Superior de Trombone (via ensino) pela Universidade de Évora, concluiu em 2013 o Mestrado em Pedagogia do Instrumento (Trombone). Paralelamente e desde 1992, o maestro tem vindo a aprofundar os seus estudos na área da música e pedagogia frequentando diferentes formações e participando em diversas “Masterclasses” de trombone e Música Antiga em Sacabuxa.
Actualmente, é Professor de Música de Câmara, Trombone, Tuba, Euphonium, Coro, Iniciações e música para bebés no Conservatório de Música de Sintra. Enquanto músico, fez parte integrante da Banda Sinfónica do Exército de Queluz, da Orquestra de Sopros da Juventude (Aveiro) e da Orquestra Cascais Oeiras, tendo colaborado ainda com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e a Orquestra Sinfónica de Lisboa em algumas óperas e no bailado “Giselle”.Enquanto professor, colaborou como assistente em várias “Masterclasses” de Trombone no Conservatório Regional do Baixo Alentejo onde foi membro da Direcção Pedagógica. Da sua experiência como professor de iniciação musical em diferentes escolas surgiu a ideia do projecto “Sementinha Mágica”, do qual é mentor, e que pretende que as crianças interajam com a música que estão a ouvir tendo sido editados três CD’s. Foi ainda maestro da Banda Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria), do coro amador “Em Canto” e é, actualmente, maestro do Grupo de Cantares e da Tuna Académica do CUTLA.
“Os Encantos do Alentejo-Grupo de Danças e Cantares”
Biografia
Contextualização - preservação da memória musical do Alto Alentejo
A expressão cultural de um povo, independentemente da forma como se manifesta, constitui parte indissociável do seu património identitário cuja transmissão se processa, na generalidade dos casos, de geração em geração, através dos tempos, assumindo-se por isso como elemento característico do seu código genético.
É nesta linha de raciocínio que se inserem as «Saias» e outras formas de expressão musical do Alto Alentejo, geralmente ligadas a momentos de festa e celebração, mas de cujas origens não se pode determinar,apesar de alguns musicólogos afirmarem que já no séc. XVII se dançavam, apontando as fainas agrícolas ou festividades coletivas como os momentos em que tal ocorria.
As suas manifestações culturais são, por isso, parte integrante desse edifício imaterial construído por um conhecimento empírico, deixado, na maior parte dos casos, por via oral, às gerações seguintes através da transmissão de valores, costumes,princípios e tradições que se projetaram no tempo e através dos tempos.
Neste contexto e tendo presente a necessidade de preservar as Tradições Musicais desta expressão artística e o relevante papel que as mesmas assumem no plano da salvaguarda da memória das gentes que habitam este espaço geográfico, um grupo de cidadãos da Aldeia de Santa Eulália-Elvas,entendeu por bem, constituir-se em Associação sem fins lucrativos com o nome aprovado de «Os Encantos do Alentejo- Grupo de Danças e Cantares»
Notas biográficas
O Grupo de Danças e Cantares «Os Encantos do Alentejo» é constituído por duas dezenas de elementos com idades compreendidas entre os 13 anos e os 70.
Sonhado por Anabela Vitória e sua família, apoiado, desde a primeira hora pela professora e poetisa Graça Amiguinho e seu marido, Humberto Nepomuceno,reunindo trabalhadores rurais e outras profissões, estudantes de vários graus de ensino, sustenta a sua atividade na promoção e divulgação dos cantares e danças desta região de Portugal,reavivando memórias, sons e saberes marcantes da tradição popular e do imaginário de quem a habita ou nela viveu.
Tem sede social em santa Eulália e sonha com o dia em que terá as suas próprias instalações.
Utilizando instrumentos caraterísticos da música popular e das raízes históricas que estiveram na sua génese, a intervenção dos «Encantos do Alentejo» visa, ainda, a valorização dos seus componentes, contando, para o efeito, com o uso de Trajes antigos cuidadosamente confecionados pela artesã de Elvas – Joana Leal.
Atualmente, o Grupo é dirigido musicalmente, por Ana Sofia Andrade,uma jovem talentosa cujo curriculum se descreve.
. Iniciou a sua formação musical aos 7 anos escolhendo o acordeão como instrumento.
. Aos 10 anos começa a frequentar o Conservatório de Portalegre onde escolhe clarinete como instrumento principal, piano e completa o 8º grau em clarinete e formação musical em 2013.
. Participa nos «Sons do Campo» tocando cavaquinho e acordeão.
.Em 2011 entra na Banda de Castelo de Vide .
. Em 2012 funda o Grupo de Baile «Os Bate no Fole»
. Em fevereiro de 2017 entra nos «Encantos do Alentejo» com acordeão e direção musical do Grupo.
«Os Encantos do Alentejo» contam com apoio logístico e financeiro da Câmara Municipal de Elvas e da Junta de Freguesia de Santa Eulália.
É grande objetivo de «Os Encantos do Alentejo» estar sempre disponível para colaborar com todas as entidades e instituições que, na sua região ou fora dela, se dedicam à salvaguarda das tradições, hábitos e costumes do nosso valioso património cultural.
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Ensemble Vocal Notas Soltas

O Ensemble Vocal Notas Soltas surgiu em 2009 no Conservatório de Música da Maia por iniciativa do maestro Pedro Sousa. O coro é formado por estudantes que partilham a sua paixão pela música coral.
No decorrer do seu percurso, o Ensemble Vocal Notas Soltas apresenta-se regularmente de norte a sul de Portugal e em vários países da Europa em alguns dos mais importantes palcos e locais.
Em 2009, o grupo foi o anfitrião do Festival Coral “Voz em Voz”. De 2009 a 2012 participou no evento “1001 Músicos”, promovido pela Agência Nacional de Educação e Qualificação de Portugal.
Em Novembro de 2010, o coro apresentou-se no 20th International Festival of Advent and Christmas Music with Petr EbenPrize, em Praga (República Checa), onde lhe foi atribuído o diploma de prata na categoria de coros de câmara. Em Outubro de 2012, participou pela primeira vez no Festival Internacional Tonen 2000, na Holanda onde obteve diploma de prata. Em Outubro de 2013 o Ensemble Vocal Notas Soltas participou no SligoInternationalChoir Festival, na Irlanda, onde recebeu o primeiro prémio na categoria de música gospel. Em 2014 o coro competiu no Freamunde InternationalChoirCompetition, em Portugal, onde recebeu o terceiro prémio na categoria de música sacra. Em Outubro de 2015, participou no Festival Coral Canta Al Mar em Callela, Espanha, onde lhe foram atribuídos diplomas de ouro nas categorias de música sacra e de coros de câmara. Em 2017 este coro apresentou-se em competição nas cidades de Aveiro, Portugal e Riga, Letónia nos concursos Festival internacional de Coros de Aveiro e European Choir Games, respetivamente, obtendo o segundo prémio da final na competição portuguesa e a medalha de prata na competição internacional, nas categorias de Música Sacra e Secular. Em 2018 na 2ª edição do Festival Internacional de Coros de Aveiro, venceu a categoria de música sacra e obteve o 2º prémio da final.
O Ensemble Vocal Notas Soltas tem sido alvo de elogios na imprensa local e regional, nomeadamente nas publicações nº 462 de Julho de 2009 e nº 496 Março de 2010 no jornal Primeira Mão da Maia, bem como na publicação nº 171 de Outubro de 2014 do Jornal de Notícias.
Pedro Sousa
Oliveirinha, Aveiro - Portugal
Director artístico da Incipit – Associação cultural Orquestra de Câmara da Maia,por si fundada em 2011, da Orquestra Sinfónica e Coro da Academia de Música Fernandes Fão desde a sua constituição até 2013, diretor artistico do Ensemble Vocal notas Soltas, do Coro de Pais e da Orquestra do Conservatório de Música da Maia, pianista e maestro do Coro Génesis, o seu trabalho como maestro tem sido bastante intenso e diversificado, dirigido-se a profissionais e estudantes do ensino superior e especializado de música dos mais variados níveis.
Iniciou os seus estudos musicais aos 7 anos.
No Conservatório de Música do Porto iniciou o curso básico de Piano concluindo o respectivo curso complementar na Escola Profissional de Música do Porto. Teve os seus primeiros contactos com a arte de direcção na Universidade de Aveiro aquando da Licenciatura em Teoria e Formação Musical que concluiu em 2005. Desde então tem vindo a aperfeiçoar-se com diversos maestros de origem nacional e internacional. Em 2008 iniciou mestrado em direcção pela Universidade de Aveiro, na Classe do Maestro António Vassalo Lourenço, concluindo a respectiva pós-graduação e profissionalização em 2009.
Apresenta-se regularmente em concerto por todo o país e em vários países da Europa, bem como participa em várias competições corais.
Desde 2009 tem integrado projectos com vários coros e ensembles instrumentais entre eles o evento “De Voz em Voz” do qual foi mentor e director artístico. Em Março de 2011 dirigiu a Orquestra das Beiras e coro do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro no “Concerto da Primavera”, interpretando duas obras não editadas até então, do Maestro e Compositor Francisco de Lacerda. Em Abril de 2011 dirigiu a Orquestra Sinfónica Fusió, em Sant Cougat. Em Junho de 2012 dirigiu a Orquestra de Câmara da Maia na gala de bailado “18 anos de dança” no teatro Rivoli. Em Julho de 2012 dirigiu a operetta “O melhor dos mundos possiveis” baseada em “Candide” de Leonard Bernstein, no teatro Diogo Bernardes em Ponte de Lima. Aínda em Julho de 2012 assumiu a direção artistica da gravação de um cd com a obra “Glória RV589” de A. Vivaldi com o Coro e Orquestra do Conservatório de Música da Maia.
GRUPO CORAL DE MAFRA
Fundado em 1982, o Grupo Coral de Mafra, coro misto a quatro vozes, aparece ligado a grandes manifestações de carácter cultural.
Embora Coro Amador, a sua atividade tem sido intensa, realizando concertos nacionais e internacionais.Conta no seu curriculum com a organização de seis festivais internacionais contando com a presença de grupos corais de vários países, nomeadamente Espanha, Angola, Timor, Estados Unidos ou Alemanha. Participou nas Comemorações dos 500 anos da Vila das Lajes do Pico, Açores.Apresentou-se internacionalmente em locais como Betanzos (Galiza) e Almendralejo, em Espanha ou Bolzano em Itália, no Festival Internacional de Grupos Corais “Alta Pusteria”.
Recebeu do Rotary Clube de Mafra o “DIPLOMA DE RECONHECIMENTO POR BONS SERVIÇOS PRESTADOS À COMUNIDADE” e, já em 2010, participou no Concerto de Solidariedade promovido por esta instituição, em Mafra, a favor das vítimas dos temporais da Madeira.
A direção artística do GCM está, desde Setembro de 2015 a cargo do Exmo. Maestro Marco Lourenço.
Marco Paulo Massano Lourenço
Nasceu na localidade da Ericeira, distrito de Lisboa.
Iniciou os estudos musicais no instrumento de Clarinete, aos 8 anos na Filarmónica Cultural Ericeira com o Professor José António Freire.
Estudou na Academia dos Amadores de Música em Lisboa, na Escola de Música Nª Sr.ª do Cabo em Linda-a-Velha e na Escola de Música Luís António Maldonado Rodrigues em Torres Vedras.
Aos 19 anos ingressou Banda de Música da Escola Prática Infantaria, onde foi instrumentista de Oboé e Teclado na Orquestra Ligeira da EPI.
Ao longo da sua atividade como instrumentista colaborou com diversas Bandas Filarmónicas.
Como Maestro dirigiu:
- Orquestra Ligeira “MARE NOSTRUM”
- Filarmónica Cultural Ericeira
- Grupo Coral de Mafra.
Efetuou o Curso De Regência de bandas Filarmónicas no Sindicato dos Músicos, e é detentor da carteira profissional de instrumentista em Oboé e Órgão Electrónico.
Frequentou a Classe Magistral de Direccion de Orquestra, ministrado pela Escuela de Dirección de Orquesta y Banda "Maestro Navarro Lara".
Efetuou o Curso de Carrilhão com os professores Jos D’Hollander e Geert D’Hollander, com concerto final nos Carrilhões do Palácio Nacional de Mafra.
Como compositor tem diversas obras compostas para Banda Filarmónica, Orquestra Ligeira e Coro.
Foi coordenador da Escola de Música da Filarmónica Cultural Ericeira e Regente da Classe de Conjunto Juvenil da respetiva escola entre 2011 e 2015.
É membro fundador e diretor artístico do projeto musical Sopro do Fado.
Em Setembro de 2015 ingressa no Grupo Coral de Mafra como maestro.
GRUPO DE CANTARES DA ANAC
Este grupo existe desde 2009 e conta atualmente com cerca de 40 membros.
É dirigido por José Manuel Martins desde a sua fundação.
Está localizado em Lisboa e a generalidade dos seus membros é reformada da Caixa Geral de Depósitos ou são seus familiares.
O objetivo é promover entre os Aposentados o prazer de cantar em grupo e, ao mesmo tempo, divulgar a música de todas as regiões de Portugal.
As suas atuações no país aconteceram em Lisboa (na Culturgest), na Guarda e no Porto para além de muitos outros locais, em ocasiões de festas e convívios, em instituições de apoio social e também em eventos promovidos pela Associação.
No estrangeiro, o grupo já atuou em vários festivais internacionais em Espanha (Pineda de Mar, Santa Suzana, Barcelona), na Republica Checa (Praga) e em Itália (em Roma, num festival internacional onde teve oportunidade de atuar em Castel Gandolfo e na Basílica de S. Pedro).
José Manuel dos Santos Martins
Nascido a 24 de Agosto de 1950.
Músico autodidata amador, praticante de guitarra acústica, harmónica de boca, alguns instrumentos de percussão e atuação vocal.
Atualmente instrutor de guitarra acústica para iniciados e instrutor de grupos vocais e instrumentais na ANAC – Associação Nacional dos Aposentados da Caixa Geral de Depósitos.
Participação na formação em 2009, de um grupo instrumental e de cantares de música popular portuguesa, o qual se mantém em atividade, onde tem a responsabilidade técnica do mesmo.
Este grupo tem participado em diversos concertos e festivais, dos quais se destacam em 2012 o de Pineda De Mar, Espanha e, em 2013, o festival da República Checa em Praga. Destaco de igual modo ainda a atuação em diversos eventos em Portugal.
Participação em alguns eventos como intérprete de Fado, acompanhando-se com guitarra acústica a si próprio, bem como a outros fadistas.
Grupo Coral e Etnográfico Vozes de Almodôvar
Surgiu em maio de 1999, após cerca de 20 anos de paragem do último grupo. Nesta data, houve um convite a cantadores para a formação de um novo grupo coral de cante alentejano que viesse posteriormente a representar Almodôvar no Cortejo Etnográfico de S. João, realizado a 24 de Junho de 1999.
O grupo atualmente conta com 22 elementos que amam e sentem esta arte de cantar, preservam a tradição, fazem recolha de modas no cancioneiro alentejano e registam memórias locais. Já contam com dois CDs gravados, intitulados:” Vozes de Almodôvar” e “Cante”.
No vasto currículo do grupo é de salientar as suas participações no Cortejo Etnográfico de São João; nos programas de televisão: "Praça da Alegria" (RTP1) em 1999, “Recantos” (RTP2) em 2008, “Verão Total” (RTP1) em 2015; na primeira Feira dos Municípios de Montanha, que se realizou na cidade da Covilhã em 2000, entre muitas outras representações a nível local, concelhio e nacional; que culminaram na recente experiência de colaboração na residência de criação artística “Atalaia Artes Performativas”, uma fusão entre a dança contemporânea e o cante, resultado de uma coreografia de W∞M, Louise Chardon/Christine Sollie/Philippe François (França/Bélgica).
Presentemente, os “Vozes de Almodôvar”, atingiram o apogeu, consequência da experiência adquirida nos mais variados espetáculos realizados, com um repertório que atualmente lhes permite ombrear entre os melhores, em que os mais novos se unem aos mais experientes, num garante da preservação desta forma de expressão, de transmissão de emoções e vivências.
Grupo de Cantares de Santa Eulália
Este Grupo pertence à Sociedade Recreativa Popular e Desportiva, Juventude De Santa Eulália, no Concelho de Elvas.
Trata-se de um agrupamento formado em janeiro de 2013, pela direção que então geria os destinos daquela Sociedade, tendo como finalidade a divulgação do cancioneiro popular de todo o Alentejo, mas principalmente, o do Norte Alentejano.
Igualmente, dar a conhecer os nossos costumes e as nossas gentes.
Ao longo destes cinco anos, O Grupo de Cantares tem divulgado, essencialmente, a cultura local, dando a conhecer o Distrito em várias zonas de Portugal e de Espanha.
O Grupo de Cantares de Santa Eulália, editou um CD editadoe tem o segundo em preparação.
É constituído por trinta e cincoelementos, atuando normalmente vinte e cinco, por convenção do Grupo.
O ORFEÃO DA COVIHÃ
Instituição de utilidade publica sem fins lucrativo, criado em 16 de Novembro de 1926, é o promotor do Conservatório Regional de Música da Covilhã.
Em 21 de Novembro de 1961, na sede do Orfeão da Covilhã, então instalado no nº 111 da Rua Direita / Rua Comendador Campos Melo, nasceu o Conservatório Regional de Música da Covilhã, com uma frequência inicial de 86 alunos, sendo o seu primeiro Diretor Pedagógico, o professor Vírgilio Pereira, que na altura exercia funções de director artístico do Orfeão da Covilhã.
Na fase de arranque do Conservatório, entre outros, foi importante a participação do Sr. Manuel Campos Costa e da Srª D. Maria Vitória Cordeiro Pires,
Também o empenho da Fundação Calouste Gulbenkian, foi decisivo para a obtenção, por parte do Ministério de Educação Nacional, em 16 de Junho de 1971, da autorização oficial para o funcionamento condicionando-a, no entanto, a novas instalações, visto que as existentes eram exíguas e não reuniam condições suficientes para a lecionação.
Foi escolhido o edifício do antigo Colégio dos Jesuítas, na Rua Nuno Álvares Pereira, nº 44, que após realização de obras foi inaugurado em 25 de Janeiro de 1973. Na altura, era presidente do Orfeão da Covilhã / Conservatório de Música o Sr. Dr. Fidelino Saraiva.
Em Outubro de 1974, além do ensino da música, encontrava-se já em funcionamento uma classe de ballet e uma turma do pré-escolar, tendo-se procedido no início ao ano letivo à abertura de uma turma da 1ª classe.
Em 1986 o Conservatório de Música da Covilhã abre um pólo na cidade da Guarda, do qual veio resultar, passados alguns a, a criação do Conservatório de Música de S. José da Guarda.
Em 1992, em parceria com a Câmara Municipal da Covilhã, cria a EPABI - Escola Profissional de Artes da Beira Interior.
No ano de 2000, o edifício, ainda hoje sede, do Orfeão da Covilhã/Conservatório de Música, é adquirido ao proprietário - Companhia de Jesus-, através de uma operação de leasing, financiada, em parte, pela Câmara Municipal da Covilhã.
Desde a sua existência o Conservatório, realizou incontáveis atividades, dando um contributo relevante para a oferta educativa e cultural da cidade da Covilhã, cuja qualidade de ensino e das apresentações públicas lhe têm, ao longo de meio século de existência, reforçado o seu prestigio na cidade que o acolheu.
Pelo Conservatório de Música da Covilhã já passaram mais de uma dezena de milhares de crianças e jovens, que frequentaram o ensino ministrado. ( música, dança/ballet, pré-escolar, 1º ciclo)
“Pela Arte e pela nossa Terra” foi o lema instituído aquando da fundação do Orfeão da Covilhã, que ainda hoje, é sentido e vivido pelo Conservatório Regional de Música da Covilhã.
PAULO JOSÉ PROENÇA SERRA
Nasceu em 1970 em Verdelhos, concelho da Covilhã.
Entre 1980 e 1993 frequentou os Seminários do Fundão e da Guarda onde aprendeu a formação musical básica, harmonia, análise musical, composição e canto gregoriano. Entre 1987 e 1993 foi organista da Sé da Guarda. Frequentou, de 1991 a 94, o 1º Curso Nacional de Música Sacra em Fátima onde estudou Direcção Coral, Técnica e Literatura de Órgão, Harmonia e Composição, Música Litúrgica, História da Música e Improvisação com os mestres Hubert Velten e Joseph Stoiber da Universidade alemã de Würzburg e com os portugueses Azevedo de Oliveira, António Cartageno, Eugénio Amorim, Paulo Antunes, Paulo Alvim, António Mário e com a supervisão do Cónego António Ferreira dos Santos.
Foi professor de música no Seminário do Fundão desde 1996 até 2007. Exerce funções docentes no Externato de Nª Srª dos Remédios, no Tortosendo - Covilhã.
É, desde 2004, membro da Comissão Diocesana de Música Sacra da Guarda. Foi um dos fundadores da “Escola de Música Sacra da Diocese da Guarda”, tendo a seu cargo a lecionação da cadeira de “Órgão”. Foi maestro do Coro da Universidade da Beira Interior entre 2009 e 2011. É maestro do Grupo Coral de Manteigas desde 2001.
A sua ligação ao Orfeão da Covilhã remonta a 2007, tendo sido adjunto dos maestros Pedro Miguel, Gonçalo Lourenço e Rogério Peixinho. Assumiu a função de maestro titular em Outubro de 2011.
Orfeão de Barrô
Não se pode falar da história do Orfeão de Barrô, sem referir o então denominado Centro Cívico e Social ABARCA, hoje Centro Cívico Eng.ºAdolfo Roque. Foi com a construção deste Centro que nasceu a ideia do Orfeão de Barrô, o qual deu os seus primeiros passos no dia 15/12/2000, com a iniciativa do saudoso Comendador Eng.º. Adolfo Roque, o seu Fundador.
O Orfeão de Barrô, sob a batuta do diretor artístico Prof. Joaquim Branco, atuou, pela primeira vez, aquando da inauguração do Centro Cívico e Social, a 29/6/2002. A partir de então, tem atuado em inúmeras salas do Continente, Regiões Autónomas dos Açores e Madeira e Espanha.
Em Janeiro 2009 e a convite de Sua Ex.ª o Sr. Presidente da Republica, deslocou-se a Belém, para aí cantar as Janeiras.
No dia 9 de Janeiro de 2010, o Orfeão de Barrô fez o lançamento oficial do seu 1º CD, intitulado “Momentum Perpetuum”.
Nesse mesmo lançamento e, pela primeira vez, atuou o “Ensemble Vocal do Orfeão de Barrô”, que é constituído por jovens coralistas do nosso Orfeão.
Pela primeira vez, em Novembro de 2010, realizou o Concerto Adolfo Roque, evocando assim a data de nascimento do seu fundador e mecenas, passando assim a organizar anualmente um concerto em Junho, (data da fundação da ABARCA e do Orfeão de Barrô) e, em Novembro, o Concerto em homenagem ao seu Fundador.
A 6 de Janeiro de 2012 e a convite da Assembleia da Republica Portuguesa, o Orfeão de Barrô cantou “As janeiras” no Parlamento, tendo sido elogiada a sua atuação pela Presidente daquele Órgão, bem como dos deputados, funcionários e demais convidados presentes.
O Orfeão de Barrô, tem-se preocupado ao longo dos anos, por uma grande heterogeneidade na escolha do reportório, de forma a ir ao encontro do vastíssimo público. Para além do reportório mais clássico e popular, já realizou várias produções musicais nomeadamente com Banda Filarmónica, sempre com assinalável êxito.
No ano de 2013, e integrado na iniciativa local “ESTÁS EM BARRÔ…MEXE--TE”, apresentou, em estreia absoluta, uma nova produção musical, intitulada “Rock Sinfónico”, que consiste num espetáculo onde são interpretados os temas mais célebres do rock português, cujos arranjos foram realizados para Coro Misto a 4 vozes e solistas, Combo Jazz (Piano, Guitarra, Baixo e Bateria) e Quarteto de Cordas (Violinos, Violeta e Violoncelo).
No início de Dezembro de 2013 apresentou este mesmo espectáculo na emblemática sala do Teatro Aveirense tendo obtido estrondosos aplausos do muito público presente.
Mais recentemente, em 14 de Novembro de 2014 fez uma nova apresentação desta produção no mítico Cine Teatro S. Pedro em Águeda, espectáculo inserido no programa “Sextas Culturais” da C. M. de Águeda.
Com esta realização pretende-se desmistificar a música coral, abrindo-a a várias correntes e género musicais.
Cantam-se autores como Xutos & Pontapés, Pedro Abrunhosa, Jorge Palma, Rui Veloso, Carlos Paião, Quinta do Bill, entre outros, evidenciando assim uma grande volubilidade do seu repertório.
O Orfeão de Barrô representa a área cultural da ABARCA - Associação Barroense de Recreio, Cultura e Assistência, Instituição de Utilidade Pública.
Desde Outubro de 2005, é seu diretor artístico, o Prof. Sérgio Brito.
Sérgio Brito | maestro
Nasceu em Coimbra em 1979.
Iniciou os seus estudos musicais aos 8 anos com seu pai na Casa do Povo de Águeda, e posteriormente com o compositor Cap. Amílcar Morais na Orquestra Filarmónica 12 de Abril.
Ingressou no Conservatório de Música de Aveiro em 1992, onde concluiu o Curso Complementar de Piano, com a classificação de 18 valores, na classe da Prof.ª Helena Galante.
Ganhou 1º e 2º prémios em Concursos de Piano, e realizou recitais a solo e em música de câmara em vários pontos do país.
Frequentou vários cursos de técnica e interpretação pianística e música de câmara com professores de renome internacional; na área de Direção Coral estudou com José Robert, António Vassalo Lourenço, Paulo Lourenço, Vasco Negreiros, Teresita Gutierrez, Sérgio Fontão e Luís Bragança Gil; e Canto e Técnica Vocal com Joaquina Ly.
É Licenciado em Música pela Universidade de Aveiro, com a classificação de 18 valores na área específica de Piano, na classe do Prof. Álvaro Teixeira Lopes.
Foi professor no Conservatório de Música de Coimbra, Conservatório de Artes e Comunicação de Oliveira do Bairro e Escola de Música da Casa do Povo de Águeda.
Dirigiu o Coro Misto do Orfeão de Águeda de 1999 a 2005, e os Pequenos Cantores de Barrô de 2013 a 2014.
Atualmente, é professor de piano e pianista acompanhador no Conservatório de Música de Águeda, onde desempenha também funções diretivas, desde 2002.
É maestro fundador do Coro da Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa, desde Abril de 2006; maestro principal do Orfeão de Barrô, desde Outubro de 2005; e acordeonista da Orquestra Juvenil da Casa do Povo de Águeda, desde 1990.
Em Abril de 2016, foi nomeado maestro adjunto do CATEDRAV – Coro da Catedral de Aveiro, sendo também colaborador do Serviço Diocesano de Música Sacra de Aveiro.
Órfeão de Portalegre
Fundado em 7 de Fevereiro de 1980, por iniciativa do Professor Joaquim Augusto de Brito Vintém, o Orfeão de Portalegre fez a sua primeira apresentação pública no dia 23 de Maio do citado ano, num concerto realizado no convento de Santa Clara, integrado nas Comemorações do Feriado Municipal.
Foi dirigido por Augusto Vintém desde a sua fundação até ao ano de 1982. De 1982 a 1984 é dirigido pelo Padre Tarcísio, voltando Augusto Vintém, após ter feito a sua profissionalização em exercício, ficando até ao ano de 1990.
Em 1990, os Professores Domingos Redondo e Joaquim Correia assumem a direcção musical e desde 1995 esta é da responsabilidade de Domingos Redondo, contando com a preciosa colaboração de Francisco Alegre.
Associação já com 25 anos de intensa actividade, conseguida através do dinamismo e espírito de sacrifício dos seus componentes, que ao Orfeão vêm dedicando muitos dos seus tempos livres e horas de descanso, sem qualquer intuito remuneratório. Composto por cerca de 40 elementos das mais variadas profissões e idades, na sua maioria sem qualquer formação musical, comungam, no entanto, o mesmo gosto pela música e pelo canto, enriquecendo a sua sensibilidade musical e contribuindo para o enriquecimento cultural de Portalegree desta região do Alto Alentejo.
Desde 1983, vem organizando anualmente, por altura da quadra Natalícia, concertos alusivos à época, em várias freguesias do Concelho e em sedes do Concelho do Distrito, salientando-se o seu tradicional Concerto na lindíssima Sé Catedral de Portalegree desta região do Alto Alentejo.
Para além disso, organiza também o Encontro de Coros que se realiza anualmente em Maio, por ocasião das Festas do Concelho.
Em 1985, grava o seu primeiro LP, voltando em 1998, a registar as suas vozes num CD intitulado “Os Melhores Coros Amadores da Região”, juntamente com outros Coros do Alentejo.
Em 1987, participa num programa da RTP, voltando a fazê-lo em 1997, por altura do Natal. Em 1989, as suas actividades são declaradas de reconhecido e manifesto interesse cultural, por Sua Excelência a Senhora Secretária de Estado da Cultura.
Em Maio de 1993, organiza o 1º Encontro de Coros do Alto Alentejo, tendo participado 8 grupos.
Nestes 23 anos de actividade, participou num elevado número de Concertos em quase todos os Distritos do País, incluindo a região autónoma dos Açorese Madeira.
Além fronteiras, há a salientar os Concertos realizados em Valência de Alcântara, em Mérida, no majestoso Teatro Romano, na Catedral de Sanlúcar de Barrameda (Cádis) e em França, onde actuou em Março de 1997 e em Junho de 2000, actuou na região de Brie – Paris.
Distinguido com a Medalha de Prata de Mérito Municipal, atribuída pela Câmara Municipal de Portalegre, em 23 de Maio de 2000, pelos seus 20 anos de actividade cultural.
Em Setembro de 2003 participou no II Festival Internacional de Música Coral, realizado em Ourense – Galiza– Espanha.
Em 2005, comemorou o 25º Aniversário com uma exposição fotográfica "25 Anos a Cantar…" mostrando os vários locais por onde passou, em Portugal e no estrangeiro, com o nome de Portalegre.In Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Orfeao_de_Portalegre
Maestro Domingos Redondo
Domingos Redondo nasceu em Portalegre.Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório Regional de Castelo Branco em 1976, tendo aí concluído o Curso Superior de Canto.
Estudou com as professoras Helena Pina Manique e Eugénia Claro e, mais tarde, com o Maestro Amador Cortez Medina e Raquel d’Anrique, com quem deu alguns espetáculos.
Foi co-fundador do Conservatório Regional de Portalegre, onde lecionouas disciplinas de Formação Musical e Canto, actividade que deixou em 1993.
Fez parte do grupo musical portalegrense “Quarteto do Sol”, como cantor e compositor, o qual editou um CD.
Frequentou durante os meses de novembro e dezembro de 2000, o 3.º Curso de Direcção Coral e Técnica Vocal, organizado pelo INATEL, tendo trabalhado com os professores Teresita Gutierrez Marques, José Paulo Brandão e Luís Bragança Gil.
É professor de educação musical no Agrupamento de Escolas do Bonfim, de Portalegre.
Está na direção musical do Orfeão de Portalegre, desde 1990.
Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor
Em 1942, surgiu em Ponte de Sor um grupo de exímios tocadores de gaita de beiços denominado Os Mindagos.
O grupo, graças à sua invulgaridade, criou fama e uma natural auréola de curiosidade tendo sido considerado, durante longos anos, uma embaixada musical de muito apreço que encheu de orgulho a Terra que o vira nascer.
Percorreu o país de norte a sul e, tendo em conta a época do seu aparecimento, justo será realçar a gravação de um disco em 1946, o que atesta bem o valor e o merecimento do grupo.
Tal como outros valores culturais, entrou em agonia lenta, tendo apenas actuações esporádicas, mormente em festas de carácter beneficente, até ao seu total desaparecimento.
Assim, após alguns anos de inactividade, em 1977 reuniram-se as condições para o desejado reaparecimento d'Os Mindagos, agora constituído por antigos e novos elementos.
Desde essa data, o grupo cresceu e modernizou-se e, agora com 16 elementos, voltou a ser conhecido.
Por vontade expressa da maioria dos seus elementos, o nome Os Mindagos foi substituído por Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor.
Além das centenas de actuações pelo país e no estrangeiro, Suíça, Canadá, Espanha (7), Itália (4), Grécia, Ilha de Malta, Sérvia, Sicília, Croácia, Sardenha, Tânger (7Sois7Luas), destaca-se a deslocação efectuada à Casa do Alentejo em Toronto (Canadá) em Junho de 1997, onde a Orquestra participou na Metro Toronto Internacional Caravan juntamente com a Orquestra Ligeira da Câmara de Ponte de Sor, de modo a que a Casa do Alentejo conseguiu um brilhante 1º Lugar entre 32 representações de vários países.
Releva-se que, desde o seu início, é tradição comemorar o aniversário da Orquestra com um jantar no dia 30 de Novembro para depois, às 00H01 do 1º de Dezembro, percorrer as ruas da cidade tocando o Hino da Restauração. Não faltam então portas que se abrem para oferecer uma bebida ou qualquer coisa para comer, apesar do frio intenso daquelas noites. Neste percurso a Orquestra tem sempre como acompanhantes algumas das individualidades desta cidade.
Desde a sua fundação que esta Orquestra não cobra cachet pelas suas actuações, sendo a sua fonte de rendimentos os subsídios atribuídos pela Câmara Municipal de Ponte de Sor e pela União de Freguesias de Ponte de Sor, Tramaga e Vale de Açor.
Em Julho de 2013 foi-lhe concedida a Medalha de Mérito Municipal, Grau Ouro.
Desde o seu início esta Orquestra já editou 1 Single, 1 LP, 2 Cassetes e 1 CD.
O seu repertório é principalmente constituído por música portuguesa, embora também execute alguns números de música estrangeira.
Neste momento a Orquestra debate-se com dificuldades em recrutar novos executantes por várias razões, nomeadamente o desinteresse por este instrumento de cariz popular. Só a boa vontade e a carolice prestada duma forma gratuita pelos seus executantes, torna possível que esta Orquestra se mantenha em actividade.
João Antunes Varela Gaspar
Iniciou os estudos musicais no Instituto Musical Vitorino Matono tendo posteriormente ingressado no Conservatório Regional de Tomar no curso de piano na classe da Prof. Maria Malafaia. Lecionou piano na Associação Canto Firme de Tomar.
Na licenciatura em Formação Musical na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, estudou direção coral e instrumental com o Prof. José Carlos Oliveira.
Colaborou no Coral Polifónico de Ponte de Sor como tenor e pianista acompanhador e simultaneamente também na Orquestra Ligeira da Camara Municipal de Ponte de Sor.
Sendo dos elementos mais antigos da Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sor onde ingressou em 1980, dirige esta desde 2006.
Orfeão do Entroncamento
O Grupo Coral do Orfeão do Entroncamento foi fundado em Janeiro de 1988, na Associação Filarmónica e Cultural do Entroncamento tendo-se constituído como associação independente em 1990. Desde então assumiu a feição que ainda hoje mantém: um conjunto de pessoas unidas pelo amor à música que tenta transmitir uma herança musical através do canto em grupo. Este coro faz parte de um projeto autónomo virado para a prática e divulgação da música coral, de autores universais, pautando a sua Acão por critérios de qualidade. Fez a sua primeira apresentação pública em 1988, no Cine-Teatro São João, no Entroncamento. Desde então tem realizado vários concertos quer na comunidade em que se insere, quer em diversos locais do país (onde se tem deslocado a convite de associações congéneres ou de outras entidades). Deslocou-se ainda a França, em Fevereiro de 1998, a convite da Associação Franco-Portuguesa de Villiers-sur-Marne, onde participou na Quinzena Cultural "À Descoberta de Portugal". Ainda no ano de 1998, mas desta feita em Outubro, realizou um concerto no Centro Cultural de Belém. Mais recentemente, em Dezembro de 2005, deslocou-se à Ilha da Madeira a convite do Orfeão Madeirense onde participou no VIII Festival de Coros de Natal do Funchal. Ainda neste ano, e no ano de 2006 realizou vários concertos em Encontros de Coros e outros eventos. Participou em concertos internacionais com os grupos corais de Valladolid, Pontevedra e Villanueva de la Serena, de Espanha e com o Grupo Coral de Nancy, França. O Grupo Coral do Orfeão do Entroncamento organiza ainda, anualmente, um Festival de Coros e um Concerto de Reis na sua cidade berço.
Maestro Luís Manuel Antunes
A Direção Musical do Grupo Coral do Orfeão do Entroncamento é, desde a sua fundação, da responsabilidade do Maestro Dr. Luís Manuel Antunes. Fez os seus estudos no Conservatório Nacional de Lisboa e no Conservatório Regional de Tomar, onde concluiu o Curso Geral de Canto e Composição. É licenciado na Variante de Educação Musical pela Escola Superior de Educação de Lisboa. Participou em cursos de regência orientados pelo maestro José Robert e pelo maestro Edgar Saramago. Em 1992 e 1993 participou no Curso Internacional de Sines de direção coral. Frequentou um Curso de Música Antiga na Universidade de Évora, organizado pelo S.I.M.A. e ministrado pelo Maestro René Jacobs. Profissionalmente, é professor do 2º Ciclo do Ensino Básico, bem como Responsável Pedagógico e professor de Educação Musical, flauta de bisel e flauta transversal no Orfeão do Entroncamento.
Orfeão Sol do Troviscal
O Orfeão Sol do Troviscal é constituído sensivelmente por 51 vozes mistas, que, na sua maioria fizeram ou ainda fazem parte de outros corais locais desde 1989.
O Orfeão Sol do Troviscal pratica um repertório variado, que vai desde música sacra a espiritual negro, passando pela música tradicional portuguesa, africana, brasileira, bem como música polifónica variada e ainda alguns temas originais.
Os coralistas deste Orfeão Sol do Troviscal, têm participado em diversos festivais locais e concertos de música coral em Portugal e no estrangeiro. Têm marcado presença em muitos eventos locais e regionais tais como: Encontros de Corais da Bairrada, Concertos de Primavera, de Outono, de Natal e Ano Novo, intercâmbio cultural com Universidades Sénior, bem como, Festivais Internacionais em Espanha, participam também e sempre que solicitados em eventos de Solidariedade Social e outros.
Em 2011, o Orfeão Sol do Troviscal, teve a sua esteia com apenas 3 meses de vida em Bembibre, Espanha, visitou também os corais de - Coral Estrela da Planície, Orfeão de Portalegre, em terras do Alto-Alentejo. Participa anualmente no Encontro de Coros da Bairrada, e participa sempre que solicitado, em várias missas Comemorativas de diversas associações de solidariedade social.
No dia 5 de Novembro 2011, apresentou-se com muita alegria para as gentes da sua terra e seus convidados com o seu Iº Concerto d´amizade, que também foi o seu Concerto de Baptismo, apadrinharam este evento o Orfeão de Recardães.
Voltou a visitar Espanha, desta vez as lindas terras de Langreo- Astúrias a 12 e 13 de Maio, onde participou no concerto coral de Primavera “Añoranzas”.
Comemorou o seu 1º Aniversário a 21 de Abril 2012, no Troviscal, onde teve como seus convidados, Coral Polifónica Añoranzas, Orfeão da Comenda e o Grupo Coral de Mafra.
Em 2013, é com muita alegria que recebe o Grupo Coral da Horta nas terras da Bairrada. Este, por sua vez nos encantou com um inesquecível concerto na igreja matriz de São Bartolomeu do Troviscal.
Em 2014, visitou as Ilhas dos Açores, a convite do Coral da Horta onde participou em varios concertos nas Ilhas locais e terminou a sua digressão com um grande concerto no teatro Faialense.
No passado dia 5 de Julho 2014, visitou Villa de Foz – Lugo em Galiza, Espanha.
Em 02 de Maio 2015 é o coral anfitrião do XXº Encontro de Coros da Bairrada 2015 com a participação de 14 corais participantes da região. Em 2015 continuou com variadíssimos concertos um pouco por todo país e participou em várias missas eucarísticas pela sua região e outros eventos de solidariedade social.
No V Concerto da Amizade, realizado no dia 14 de Novembro de 2015, em Porto Clérigo-Troviscal, atuaram a convite do Orfeão Sol, do Troviscal, o Grupo Coral EmCanto de Montalvão, o Son dos Cantares de Mós-Pontevedra (Galiza) e o Grupo de Teatro Baluarte, de Amoreira da Gândara.
Desde a sua fundação que este grupo de amigos sempre fiéis á musica, tem procurado levar a sua alegria e amizade por todos os lugares que desde então tem visitado. Laços de amizade que se têm estendido por muito lado e em especial agora em Montalvão. Um bem-haja a todos.
Recanto
Direção do Coro – Luís Lopes Cardoso
O Luís aprendeu a assobiar aos 6 anos com o vizinho do lado, o Sr. Primavera, mas antes já cantava, para desespero dos pais, de sol a sol e, segundo rezam as crónicas familiares, também durante a noite, nos sonhos.
Após demasiados anos distraído com outras coisas resolveu aceitar resignadamente o seu fado e dedicar-se a sério à música: primeiro estudou canto, claro; depois, porque lhe pareceu ter qualquer coisa a acrescentar, estudou composição.
A dada altura, convenceu-se de que uma palavra cantada vale mais do que mil imagens e que cantada por muitos vale ainda mais; por isso, foi estudar direcção coral. Desde então, mexe os braços e canta de sol a sol, para desespero da esposa e do filho, e, segundo o testemunho deles, também em sonhos, durante a noite.
Sociedade Musical Nisense
A Sociedade Musical Nisense (S.M.N.), outrora denominada Banda de Música de Nisa, teve a sua fundação em 1844, tendo, por conseguinte, a notável idade de 172 anos.
No início do século XX é denominada Banda Municipal de Nisa, tendo atuado por diversas vezes em Espanha e participado na inauguração da linha ferroviária da Beira Baixa.
Em 1909 sai para a rua para recolher fundos de auxílio ás vitimas do violento terramoto que assolou o país.
Em 1913 conquistou o 1º prémio num concurso a nível regional .
A primeira Guerra Mundial (1914-1918), a depressão económica dos anos 20 e a segunda Guerra Mundial refletem-se na Banda, a qual atravessou esses períodos com menor atividade.
A Banda de Nisa foi sempre dirigida por bons maestros, Chefes de Bandas Militares, motivando compositores a ficarem sediados na região, com destaque para os Maestros João P. Mineiro e Raul Morais Franco, os quais deixaram um espólio musical de enorme valor.
Nos anos 50, após o término da segunda Guerra Mundial , a Banda de Nisa atinge enorme fulgor, animando durante 5 anos consecutivos as famosas Festas da Rainha Santa, em Coimbra.
Nos anos 60, fruto da forte emigração, dá-se a sua desintegração, à qual se seguiu um período de inatividade, até 1981.
Em 1981 renasce pela mão do Maestro António Maria Charrinho, seu atual regente, que com cerca de 60 jovens conseguiu retomar a sua atividade da Banda.
Entre 1981 e 1988 desenvolveu a sua atividade na Sociedade Artística Nisense.
Em 14 de Abril de 1988, resultado dos anseios de entusiastas por esta arte, criou a sua própria estrutura, passando a denominar-se Sociedade Musical Nisense.
Desde então, a consolidação da S.M.N tem vindo a verificar-se, manifestando-se através da criação de diversos grupos dentro da coletividade, com realce para: Orquestra Ligeira, grupo de dança, “Cante do Corrupio”, Filarmonisa” e Banda Filarmónica, para além da Escola de Música, envolvendo á data cerca de 65 pessoas.
A sua atividade tem como aspetos mais visíveis os inúmeros convites para atuar em todo o país, assim como em Espanha, França e Alemanha. Em 2012 deslocou-se aos Açores, S. Miguel, com brilhante atuação nas Festas do Senhor da Pedra – Vila Franca do Campo.
Tem dois CD editados, um pelo grupo de Música Popular – “Cante do Corrupio” e outro onde com os três agrupamentos da Sociedade: Banda; Orquestra e Filarmonisa.
Maestro António Maria Charrinho
O maestro António Maria Charrinho, nasceu a 28 de outubro de 1947 em Nisa, e deu os primeiros passos na música com seu pai , João da Cruz Charrinho, que era músico na banda e nas orquestras de bailes de salão e na Filarmónica Nisense.
Iniciou-se aos 7 anos com o flautim em Réb, depois com o sax soprano. Fez vida profissional como acordeonista autodidata.
Depois de cumprir o serviço militar na Guiné, trabalhou numa empresa belga, tendo integrado várias bandas filarmónicas e conjuntos musicais.
Estudou no Instituto Matono, em Lisboa, com o professor Joaquim Raposo e com o professor Vitorino Matono.
Em 1980 foi convidado para a difícil tarefa de reestruturar a Filarmónica da sua terra natal, instituição da qual é maestro desde 1981.
Tem vários cursos de regência, ministrados pelo Inatel. Após um desses cursos foi selecionado pelo Tenente Coronel Ferreira da Silva para professor da Escola de Musica do Inatel, delegação de Portalegre, cargo que desempenhou durante 12 anos, a convite do Sr. Martinho Dimas.
Autor e Compositor, a Banda de Nisa tem desde aquela data interpretado inúmeras composições e arranjos de sua autoria, composições estas que fazem parte do historial da Banda.
Desde que regressou à sua terra natal fez renascer uma série de grupos musicais: Filarmónica de Montalvão; Grupo Musical Dilema; Cante do Corrupio; Filarmonisa; Orquestra Ligeira da Sociedade Musical Nisense.
Mantendo ainda bem viva a sua veia de autor, continua a escrever e a compor, a par da regência da Banda e da responsabilidade com a Escola de Música.
Faz parte do “Grupo Fora de Horas”- com o qual tem atua frequentemente, dento e fora de Nisa.
Através da pintura, exprime de outra forma, não menos criativa e dotada, aliás, a sua grande sensibilidade de artista multifacetado, tendo participado em inúmeras exposições de pintura, cujos trabalhos poderão ser vistos na sua página de facebook.

Turma de Música - Univ. Sénior de Nisa
“Universidade Sénior de Nisa”,promovida pela Câmara Municipal de Nisae inscrita na Associação Rede de Universidades da Terceira Idade(RUTIS), iniciou o seu funcionamento, no ano letivo 2017-2018.
O projeto/ação estava contemplado no plano de ação da rede social do concelho de Nisa do ano 2017, com o objetivo de proporcionar aos munícipes do concelho com 55 anos de idade ou mais, uma ocupação saudável dos tempos livres e promover o envelhecimento ativo.
No segundoano letivo de funcionamento (2018-2019) a Universidade Sénior é frequentada por 249 alunosque tem a possibilidade de participar em aulas de Ginástica, Hidroginástica, Música, Informática, Inglês, Francês, Artes Decorativas e Workshop de Saúde, contando com a participação inestimável de alguns professores voluntários.
A aula de Música é frequentada por 43 alunos e ministrada pelo maestro António Maria Charrinho, (um dos professores voluntários), tendo este grupo atuado em algumas atividades culturais promovidas pelo Município, noutras atividades promovidas pelas IPPS e associações do concelho, assim como em concelhos do distrito de Portalegre.
Maestro António Maria Charrinho
O maestro António Maria Charrinho, nasceu a 28 de outubro de 1947 em Nisa, e deu os primeiros passos na música com seu pai , João da Cruz Charrinho, que era músico na banda e nas orquestras de bailes de salão e na Filarmónica Nisense.
Iniciou-se aos 7 anos com o flautim em Réb, depois com o sax soprano. Fez vida profissional como acordeonista autodidata.
Depois de cumprir o serviço militar na Guiné, trabalhou numa empresa belga, tendo integrado várias bandas filarmónicas e conjuntos musicais.
Estudou no Instituto Matono, em Lisboa, com o professor Joaquim Raposo e com o professor Vitorino Matono.
Em 1980 foi convidado para a difícil tarefa de reestruturar a Filarmónica da sua terra natal, instituição da qual é maestro desde 1981.
Tem vários cursos de regência, ministrados pelo Inatel. Após um desses cursos foi selecionado pelo Tenente Coronel Ferreira da Silva para professor da Escola de Musica do Inatel, delegação de Portalegre, cargo que desempenhou durante 12 anos, a convite do Sr. Martinho Dimas.
Autor e Compositor, a Banda de Nisa tem desde aquela data interpretado inúmeras composições e arranjos de sua autoria, composições estas que fazem parte do historial da Banda.
Desde que regressou à sua terra natal fez renascer uma série de grupos musicais:Filarmónica de Montalvão; Grupo Musical Dilema; Cante do Corrupio; Filarmonisa; Orquestra Ligeira da Sociedade Musical Nisense.
Mantendo ainda bem viva a sua veia de autor, continua a escrever e a compor, a par da regência da Banda e da responsabilidade com a Escola de Música.
Faz parte do “Grupo Fora de Horas”- com o qual tem atua frequentemente, dento e fora de Nisa.
Através da pintura, exprime de outra forma, não menos criativa e dotada, aliás, a sua grande sensibilidade de artista multifacetado, tendo participado em inúmeras exposições de pintura, cujos trabalhos poderão ser vistos na sua página de facebook.
Vozes à Janela
O Grupo Vozes à Janela é um dos agrupamentos da escola de música de Arronches.
Foi fundado em 2013, por iniciativa do professor António Lagarto, com o objetivo de cantar as janeiras. Após esse momento, que se tem repetido anualmente, começou-se a preparar um repertório diferente, com o intuito de divulgar a música portuguesa de uma forma simples e com acompanhamento musical. Desta forma, tem participado em eventos como lançamentos de livros, exposições, pequenos concertos. Este grupo é formado por elementos amadores com gosto pela música e convívio.
O Vozes à Janela é também uma forma de interagir com a população e com o público em geral, uma vez que os temas que canta são de caris popular e conhecidas da maioria do público.
É o esforço e o empenho de todos que fazem ser possível o grupo Vozes à Janela.
VOZES DA NOSSA TERRA
Grupo de música popular
Somos oriundos de Campo Maior.
Temos como objetivo incentivar cada vez mais a música da nossa região, assim como afirmar a música portuguesa em geral, fazendo dos êxitos do passado sucessos de hoje.
O nosso Grupo é composto por elementos de todas as faixas etárias.
O nosso acompanhamento vai do teclado até ao reco-reco, passando pelas castanholas e pandeiretas.
Contamos já com dois trabalhos discográficos: Sempre Alentejo, gravado em 2010, e em 2014 gravámos o segundo: Ao Sabor das Cantigas.
Os nossos temas em geral são da autoria de Francisco Paralta.
Com oito anos de percurso, já contamos com várias atuações na televisão e algumas internacionalizações.
LA CORAL
La coral polifónica San Roque de Vigo, es una formación musical dependiente de la Hermandad de devotos de San Roque, de la cual toma sunombre.
Está coral fuecreada por iniciativa de DoñaIsabel Prado Davila, mujer de granpasión por la música y el arte en general, que además colabora activamentecon la Hermandad de devotos de San Roque, y conotrasasociaciones de la ciudad.
CURRICULUM
Esta agrupación coral comenzó sus ensayos el día 10 de Octubredelaño 2012, en la Asociación de Vecinos Monte da Mina de Cástrelos.
Suprimeraactuaciónen publico, tuvo lugar el día 29 de Diciembredelmismoaño 2012 en el Auditorio
de la Asociación de Vecinos Monte da Mina de Cástrelos, siendoapadrinados por la Coral Polifónica SAN MAMEDE DE ZAMANES, de VIGO.
Desde sucreación, viene realizando cada añoensu entorno de trabajo, A.V.C.D. Monte da Mina de Castrelos, tresfestivales a los que suelen acudir, las coralescon las cualeshan realizado un intercambio, así como otra coral "nueva" con la cual todavía no habían participado para así dar cabida a más grupos ensuCurriculun de participaciones.
Estos festivales se llaman:
Concierto de Primavera ...... entre los meses de Marzo y Mayo.
Concierto de Verano ........... en el mes de Agosto.
Concierto de Otoñoy Aniversario .... entre los meses de Octubre y Noviembre
El 23 de Febrero de 2013, lleva a cabo el acompañamiento de la Santa Misa en la Iglesia de Sta. Rita, interpretando al final de la mismaunpequeñoconcierto.
Participa ademas, enla Misasolemne oficiada por el SrObispo de la Diócesis, en el día de San Roque, Así como en el concierto de la mismafestividad.
Participa tambiénen los certámenes de Habaneras y PolifóníaA O SON DE VIGO, Día das Letras Galegas, Festival ReyRivero .... etc. Organizados por ACOPOVI "Asociación de Corales Polifónicas de Vigo", así como encertámeneslocales y de los Ayuntamientos y poblaciones de la provincia y de Galicia.
En el mes de Junio de 2014, Estuvo invitada a participar en el XIavoCiclo Coral Virgen de la Consolación, en la Parroquia de San Felix de Ribero, de San Felices de Buelna "Cantabria", donde obtuvouncariñosoreconocimiento a suintervención.
EnAbril de 2015, Lleva a cabo el acompañamiento de la Santa
Misa Celebrada en la Capilla de la Virgen de Fatima "Portugal", realizada por 11 sacerdotes enlenguaCastellana, para cerca de 2000 personas peregrinos todos de lengua Hispana, y venidos desde lugares tanlejanos como Jalisco "México", delsur de EspañaJaen, y otras comunidades españolas, así como de Asia Filipinas. Siendo felicitados por la Curia celebrante y gran parte del Publicoasistente.
En el año2016, realiza varias salidas a conciertosenciudades de la mitad Norte de Portugal, Troviscal, Pedroso, Guimaraes...etc. así como enprovincias de España y Poblaciones de Galicia y Pontevedra.
La Coral Polifónica San Roque de Vigo, está formada por 62 vocesmixtas, siendo dirigida desde sucreación por: Don Rafael Pérez Dopeso.
Rafael Pérez Dopeso
Nació en Coruxo Vigo el 21 de Diciembre de 1966.
Comenzó sus estudios musicales a los 14 años en la banda de música Unión Musical de Coruxo de la mano de su director D. Eusebio Alonso (Roque), continuando posteriormente en los Conservatorios de Música de Vigo y de La Coruña.
Con 17 años ingresó en la Banda de Música del Gobierno Militar de Vigo, en la cual estuvo bajo la batuta del director D. Miguel Sacristán Ramos durante dos años, pasando seguidamente a formar parte de la Banda de Música del Gobierno Militar de La Coruña, en la cual estuvo durante tres años, bajo la dirección de los Maestros D. Adonis Ferreiro y D. Jaime Fernández entre otros.
Con 21 años finaliza la carrera de Profesor de Música en la Especialidad de Tuba (Bombardino), con D. Vicente Simeó Mañez en el Conservatorio de Música de Vigo.
Posteriormente continúa realizando cursos de especialización con D. Enrique Ferrando Sastre, Trombón solista de la Orquesta Nacional de España y con D. José Mª Ortí Soriano, Trompeta solista de la mencionada orquesta.
Durante los años 1984, 1985 y 1986 formó parte de la Xóven Orquestra Sinfónica de Galicia como trombón bajo y trombón tenor, estando bajo la dirección del maestro D. Juan Trillo.
Entre los años 1989-1992 fue músico de la Banda de Música Municipal de La Coruña estando bajo la batuta de los maestros D. Indalecio Groba y D. Rogelio Groba, como directores titulares y de D. Enrique García Asensio y D. Pablo Sánchez Torrella, entre otros, como directores invitados.
También ha realizado colaboraciones como músico de refuerzo en bandas de música Portuguesas tales como la Banda Municipal de Ponte de Lima y la Banda Philarmonica de
Arcos de Valdevez.
Como bombardinista tiene realizado conciertos con la banda de música Unión Musical de Coruxo, y con la banda de música Unión Musical de Valladares.
Asistió a cursos de dirección impartidos por los compositores y directores D. Andrés Valero Castells y D. Rafael Pascual Vilaplana y también al curso impartido en Oporto por el co-director de la Tokio Kosei Wind Orquesta D. Douglas Bostock.
En el mes de Abril de 2016, asiste al curso Masterclass impartido por: Steven Meadd, solista de Euphonium, donde obtiene un magnífico resultado en su especialidad.
Actualmente es profesor en la especialidad de tuba en el Conservatorio Profesional de Música Reveriano Soutullo de Ponteareas.
Así mismo desarrolla actualmente el cargo de Vicepresidente de la Fundación Reveriano Soutullo de Ponteareas.
También es director de las Corales, Stª Mª de As Neves, Agarímo de Torneiros (Porriño) coral Ponte das Febres (Tui), y San Roque de Vigo.
CORO “FRANCISCO DE SANDE”, DE CÁCERES
El Coro “Francisco de Sande” de Cáceres fue fundado en el año 2005 por un grupo de personas con inquietudes musicales, dentro del seno del Colegio Mayor Universitario “Francisco de Sande”; en la actualidad está integrado por más de cuarenta coralistas, que interpretan un amplio repertorio de música de diferentes estilos y épocas.
En estos 10 años de andadura, el Coro “Francisco de Sande” ha realizado múltiples actuaciones por muchos rincones de la geografía extremeña, española e incluso europea. En este contexto, en los últimos años, y gracias a un convenio suscrito con la Excma. Diputación de Cáceres, nuestra agrupación ha ofrecido 45 conciertos en otras tantas poblaciones de la provincia de Cáceres, lo que nos ha permitido llevar la música polifónica a muchos rincones de la geografía cacereña. Además, debemos destacar dos viajes a Bruselas y Estrasburgo para participar en conciertos dentro de las instituciones comunitarias, así como la realización en el verano de 2011 del viaje “Cantando por las catedrales” un recorrido musical por 13 catedrales del Oeste de la Penísula Ibérica; el itinerario “El último viaje del Emperador” en el mes de julio de 2012 actuando, entre otros lugares, en la Catedral de Burgos y la Basílica de San Lorenzo del Escorial; el viaje “Las otras catedrales de España” en el verano de 2013 visitando y cantando en colegiatas como las de Toro, Covadonga o San Pedro de Cervatos; el recorrido “De monasterios y bodegas” en julio de 2014, con actuaciones en la Basílica del Pilar de Zaragoza o la iglesia románica de San Martín de Frómista; la ruta por los castillos del Loira, en tierras francesas, en el verano de 2015, actuando en calles y mercados y en algunos de esos castillos como el de Chenonceau o el de Ambois; y durante el verano de 2016 por el norte de Portugal, cantando en la universidad de Coimbra o en la Sé de Oporto.
Ha participado en varios encuentros de Corales, como los celebrados en Aceuchal, Arenas de San Pedro, Rota, Boadilla del Monte, Don Benito, Madrid, Jerez de la Frontera.... En octubre de 2010 estuvo presente en el encuentro de corales realizado en el Teatro Romano de Mérida con motivo del 25º aniversario de la Federación Extremeña de Corales; además, desde 2009 organiza el Encuentro Coral de Cáceres, que en junio del año 2016 celebró ya su 8ª edición.
DIRECTORA: MARÍA DEL PILAR PEREIRA MARTÍN
Desde diciembre de 2010, el Coro “Francisco de Sande” está dirigido por Mª del Pilar Pereira Martín, Licenciada en Filología Hispánica y titulada profesional de música en la especialidad de Canto en el Conservatorio “Hermanos Berzosa” de Cáceres. Ha formado parte como soprano de diferentes agrupaciones corales de Cáceres (Coro de la Universidad de Extremadura, coro de cámara Discantus, coro Polifonía…) y ha recibido formación de pedagogía, canto y dirección coral de la mano de importantes cantantes, directores y compositores como María Coronada, Dante Andreo, Josep Vila, Javier Busto, Julio Domínguez, Josu Elbedrin y Johan Duijck, entre otros. Actualmente, compagina la dirección del coro con su dedicación profesional como profesora de música en un instituto de Enseñanza Secundaria.
Coral “In Pulso”
La Coral “In Pulso”se funda en Cáceres, en octubre del 2011, su nacimiento respondió a la ilusión e interés de coralistas de varios coros de Cáceres y Trujillo, en cantar juntos, esta vez bajo la dirección de María Luz Orozco Vellé con quien algunos ya cantaban o habían sido dirigidos.
La aventura que en un principio comienza con una docena de componentes aglutina actualmente más de cuarenta voces.
En el Colegio Mayor Universitario “San José” de Cáceres ha encontrado un valioso apoyo, al ofrecerle su infraestructura para desarrollar sus ensayos y conciertos.
En su corta existencia cuenta con un variado y rico repertorio sacro y profano, con el que ha participado en:
* Diferentes actos religiosos, bodas, inauguraciones y clausuras de cursos académicos y otros.
* Homenajes a conocidos y destacados compositores y directores de la ciudad de Cáceres.
* Conciertos y Encuentros corales en localidades como La Bañeza (León), en El Entrego, (Asturias); Vitoria – Gazteiz; Sanlúcar de Barrameda, (Cádiz); Coímbra (Portugal); Alfoz de Lloredo (Cantabria), y en Sao Romao de Seia (Portugal)
* En encuentros, actos benéficos, y en fiestas patronales de distintas localidades de Extremadura
Ha intervenido en los tres conciertos de “El Mesías” de Haëndel, que la Fundación “La Caixa” ha organizado en Extremadura, junto con la Orquesta de Extremadura y otros conjuntos corales
En todo este tiempo ha celebrado, en la ciudad de Cáceres, IX Encuentros de Corales, siendo a destacar el que se desarrolló con motivo del V Aniversario de la fundación de la Coral a beneficio del Banco de Alimentos de Cáceres.
La trayectoria, corta pero densa, el interés por consolidarse, junto con las relaciones humanas que se han creado, hacen que con ilusión todos los miembros de esta Coral afronten con optimismo y fuerza su mañana.
MARÍA LUZ OROZCO VELLÉ
Nace en Cáceres en 1959.
Se forma en los Conservatorios de Cáceres y Badajoz y en la Universidad de Extremadura, donde obtiene los títulos siguientes: Profesional de Piano del Plan 66, Superior de Solfeo, Repentización y Acompañamiento y de Licenciada en Historia del Arte.
Ha realizado numerosos cursos de formación durante su vida: Canto Gregoriano, Musicología, Pedagogía musical, Canto y Dirección Coral, Música Contemporánea, Musicoterápia, Percusión, Expresión Corporal y Danza, Música de Cámara, con profesores como Samuel Rubio, Carmelo Solís, Ismael Fernández de la Cuesta, Luis Elizalde, Enrique Azurza, Iñaki Tolaretxipi, Nuria Fernández y Javier Busto, entre muchos otros. En su formación influyeron, abriéndole caminos, sobre todo, los maestros Cristina García Rovidatch, Trini León, Esteban Sánchez, Joaquín Parra, José Mª Redondo, Rubén Fernández y José Mª Gª. Laborda.
Ha realizado ponencias en Congresos internacionales de Musicología y Pedagogía Musical y publicado artículos en libros y revistas. Ha grabado tres discos de música coral: con el Coro de la Universidad de Extremadura, dirigido por Carmen Pérez- Coca, con la Coral “Troxiello”, dirigida por Juan Francisco Mateos y con la Coral “Santiago Apóstol”, de Casarrubuelos (Toledo), dirigida por Mariano García Sánchez.
También recientemente, dirigiendo la Coral “In Pulso” con otros coros de la Diócesis de Coria Cáceres, ha participado en la grabación de un disco de música religiosa.
Habiendo impartido clases de Piano, Lenguaje musical y Canto Coral desde los 22 años en los Conservatorios de Mérida y Cáceres, desde 1985 como profesora de Música en Secundaria, por oposición, ejerciendo siempre en el centro educativo en el que estudió: el IES “Norba Caesarina” de Cáceres, donde estos últimos años ha dirigido una Escolanía con 40 niños y niñas.
En estos últimos años ha dirigido también el Coro de la Cofradía de la Sagrada Cena, el Coro del Colegio Mayor “Francisco de Sande” y la Coral “Hilario Moreno” de Brozas.
Como cantante su actividad ha sido constante en coros desde los 8 años, cuando empezó con Doña Angelita Capdevielle y D. José Luis Rubio y hoy forma parte de proyectos con el Coro de Cámara de Extremadura (Corcamex) y Aula de Canto del Conservatorio de Cáceres, dirigidos por Amaya Añúa y Celia Sánchez del Río, respectivamente.
Para consolidar su formación estudia Canto con esta última profesora en el Conservatorio de Cáceres y continúa recibiendo clases de idiomas.
En el año 2012 realizó los sábados en el Museo de Cáceres un Taller de "Juegos Sonoros", ideado y dirigido por ella, para personas de todas las edades.
Su mayor orgullo es haber transmitido a sus hijos el amor y el respeto por la música.
Su ideal sería un mundo que disfrutara cantando, por lo cual cualquiera quien quiera cantar con ella será bien recibido.
CORAL O SON DOS CANTARES - MOS ( PONTEVEDRA )
A Coral Polifónica O Son dos Cantares se funda en Marzo de 2004. É dirixida desde os seus comezos por Beatriz Gómez Fandiño quen ostenta esta responsabilidade ata fecha.
No seu periplo, esta agrupación se moveu por distintos lugares de Galiza e Portugal, actuando en diferentes escenarios :“XL Festival de Panxoliñas de Caixanova - Vigo 2005”; “Semana Cultural de Randufe - Tui 2007”;”Xuntanzas de Corais Dia da Rosa en Mos 2005 - 2006 - 2007 - 2008 - 2009 - 2010”;”Xuntanza de Corais Vilalonga - Sanxenxo 2007”;” Xuntanza de Corais Salvaterra do Miño 2005”;”Festival da Canción do Mar en Moaña 2008”; “XXXIV Semana Cultural de Ío”;”XLIV Festival de Panxoliñas de Caixanova 2009”;”Panxoliñas Concello de Monforte 2009”;”Xuntanza Coral Burela-Lugo 2010”;”Concerto Coral Oleiros - A Coruña 2010”;” III Festival de Corais Deputación de Pontevedra 2010”;” I Concerto de Habaneras Concello de Mos”;” XII Encontro de Coros de Condeixa- a - Nova (Portugal) 2011”;”Festa da Peregrina de Pontevedra 2011”;”Concerto de Outono 2011 en As Pontes - A Coruña”, “XVIII Festival de Habaneras Ría de Ribadeo (Lugo) 2012”; “ III Concerto de Habaneras Concello de Mos 2012; “ IX Concerto das Rosas” (Recardães); “ XXX Encuentro Galaico – Astur de Corales” (Foz); “ Conzierto da Amizade” (Oliveira do Bairro); “XXVII Edición Música Religiosa Cidade da Coruña”…
A Coral O Son dos Cantares esta composto, na actualidade, por 30 voces mixtas.
Organiza cada ano o encontro coral: “Concerto O Son dos Cantares”.
O seu repertorio inclúe pezas da polifonía tradicional , clásica , popular e litúrxica.
REPERTORIO
- Siyahamba ………………………………………………………………… Zulu Africano.
- Perla Antillana ……………………………………………………………….. Rey Rivero.
- Tu gitana ……………………………………….. João Afonso / Arr.: Beatriz G. Fandiño.
- Un beso y una flor ………………………………….……. J.L. Armenteros / P. Herrero.
- Canção do mar ………………………………….. Frederico de Brito / Ferrer Trindade.
- Habanera salada ……………………………………….………… R. Lafuente Aguado.
- Si tu no estás aquí …………………………… Rosana Arbelo / Arr.: Julio Domínguez.
- Cielito lindo ………………………………………………….… Quirino Mendoza Cortés.
- Muradana …………………………………………………………………………… A. Viro.
- Vira beirão ……………………………Tradicional Portuguesa / Arm.: Mario S. Ribeiro.
Dirixe: Dª. Beatriz Gómez Fandiño.
Aviso
Procedimentoconcursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego público, na modalidade de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, no âmbito do programa de regularização extraordinária dos vínculos precários estabelecido pela Lei n.º 112/2017, de 29 de dezembro.
1. Torna-se público que, por deliberação da Junta de Freguesia de Montalvão, em reunião de 27 de novembro de 2018, e nos termos do disposto nos artigos 9.º e 10.º da Lei n.º 112/2017, de 29 de dezembro, se encontra aberto, pelo prazo de 10 (dez) dias úteis a contar da data da publicitação do presente aviso na Bolsa de Emprego Público (BEP), procedimento concursal comum para a constituição de relação jurídica de emprego público na modalidade de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, no âmbito do programa de regularização extraordinária dos vínculos precários, para o preenchimento de 2 (dois) postos de trabalho previstos no Mapa de Pessoal:
1.1. Referência A – 1 (um) posto de trabalho da carreira e da categoria de Assistente Técnico.
1.2. Referência B – 1 (um) posto de trabalho da carreira e da categoria de Assistente Operacional.
2. Legislação aplicável: Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários (PREVP), estabelecido pela Lei n.º 112/2017, de 29 de dezembro; Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (LTFP), aprovada em anexo à Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, na sua redação atual; Portaria n.º 125-A/2019, de 30 de abril; e Código do Procedimento Administrativo (CPA), aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 4/2015, de 07 de janeiro.
3. Fundamento para a abertura do procedimento concursal: é aberto no âmbito da Lei n.º 112/2017, de 29 de dezembro (PREVP), para regularização das situações de trabalho precário previstas nos seus artigos 2.º e 3.º, e destina-se ao preenchimento de 2 (dois) postos de trabalho do Mapa de Pessoal da Freguesia de Montalvão, na modalidade de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, nos termos constantes do artigo 40.º e seguintes da LTFP.
4. Âmbito do recrutamento: será efetuado de entre candidatos que exerçam ou tenham exercido funções que correspondam ao conteúdo funcional das carreiras/categorias inerentes aos postos de trabalho, com sujeição ao poder hierárquico, à disciplina ou à direção dos serviços, sem vínculo jurídico adequado, que satisfaçam necessidades permanentes da Freguesia, e nos períodos definidos no artigo 3.º do PREVP.
5. Local de trabalho: área da Freguesia de Montalvão.
6. Caracterização dos postos de trabalho:
6.1. Referência A – as funções a exercer são as enquadradas no conteúdo funcional da carreira e categoria de Assistente Técnico, constantes no Anexo à LTFP, às quais corresponde o grau de complexidade funcional 2; e as funções que provêm da atribuição, competência ou atividade do posto de trabalho (atendimento ao público; expediente geral e arquivo; outros serviços administrativos; tarefas no âmbito dos CTT; apoio aos órgãos autárquicos; apoio a atividades diversas; outras tarefas inerentes à respetiva categoria).
6.2. Referência B – as funções a exercer são as enquadradas no conteúdo funcional da carreira e categoria de Assistente Operacional, constantes no Anexo à LTFP, às quais corresponde o grau de complexidade funcional 1; e as funções que provêm da atribuição, competência ou atividade do posto de trabalho (limpeza e manutenção dos espaços públicos; trabalhos cemiteriais; apoio a atividades diversas; outras tarefas inerentes à respetiva categoria).
7. Posicionamento remuneratório:
7.1. Referência A – nos termos do artigo 12.º do PREVP, e de acordo com a Tabela Remuneratória Única aprovada pela Portaria n.º 1553-C/2008, de 31 de dezembro – 1.ª posição e nível 5 da categoria de assistente técnico, a que corresponde o valor de 683,13 €.
7.2. Referência B – nos termos do artigo 12.º do PREVP, e de acordo com a Tabela Remuneratória Única aprovada pela Portaria n.º 1553-C/2008, de 31 de dezembro em conjugação com o disposto no n.º 1 do artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 29/2019, de 20 de fevereiro – 4.ª posição e nível 4 da categoria de assistente operacional, a que corresponde o valor de 635,07 €.
8. Requisitos de admissão: podem candidatar-se os indivíduos que, cumulativamente até ao termo do prazo fixado para apresentação das candidaturas, sejam detentores dos requisitos gerais previstos no artigo 17.º da LTFP, e os requisitos específicos previstos nos artigos 2.º e 3.º do PREVP.
8.1. Requisitos gerais previstos no artigo 17.º da LTFP:nacionalidade portuguesa, quando não dispensada pela Constituição, por convenção internacional ou por lei especial; 18 anos de idade completos; não inibição do exercício de funções públicas ou não interdição para o exercício daquelas que se propõe desempenhar; robustez física e perfil psíquico indispensáveis ao exercício das funções; e cumprimento das leis da vacinação obrigatória.
8.2. Requisitos específicos previstos nos artigos 2.º e 3.º do PREVP: exercício de funções que correspondam ao conteúdo funcional das carreiras/categorias a concurso e que satisfaçam necessidades permanentes dos serviços, sem o vínculo jurídico adequado, reconhecidas pelo Órgão Executivo desta Freguesia; e exercício dessas mesmas funções no período entre 1 de janeiro e 4 de maio de 2017, ou parte dele, e durante pelo menos um ano à data do início do procedimento concursal de regularização, ou, exercício dessas mesmas funções ao abrigo de contratos emprego-inserção, contratos emprego-inserção+, ou contratos estágio, durante algum tempo nos três anos anteriores à data do início do presente procedimento concursal.
9. Nível habilitacional exigido:
9.1. Referência A – de acordo com os artigos 34.º e 86.º da LTFP e em função do grau de complexidade 2 da carreira de assistente técnico, é exigido o 12.º ano de escolaridade ou curso que lhe seja equiparado.
9.2. Referência B – de acordo com os artigos 34.º e 86.º da LTFP e em função do grau de complexidade 1 da carreira de assistente operacional, é exigida a escolaridade obrigatória de acordo com a data de nascimento (aos indivíduos nascidos até 31/12/1966 é exigido o 4.º ano; aos nascidos entre 01/01/1967 e 31/12/1980 é exigido o 6.º ano; e aos nascidos a partir de 01/01/1981 é exigido o 9.º ano de escolaridade, sem prejuízo das situações em que é exigido o 12.º ano nos termos da Lei n.º 85/2009, de 27 de agosto).
10. Formalização das candidaturas: mediante apresentação do formulário tipo, devidamente preenchido e assinado (de utilização obrigatória, e disponibilizado nos serviços administrativos e no sítio da internet da Freguesia), conjuntamente com os documentos exigidos que as devem instruir.
10.1. Documentos exigidos para efeitos de admissão e ou avaliação dos candidatos: comprovativo das habilitações literárias; currículo detalhado e atualizado, devidamente datado e assinado, no qual conste a identificação pessoal, habilitações literárias, formação profissional, e experiência profissional; comprovativo das ações de formação realizadas com relevância para o posto de trabalho a concurso, com a indicação do número de horas ou dias respetivos; comprovativo das experiências profissionais, com a indicação das funções desempenhadas e do tempo de serviço efetuado.
10.2. A falta de apresentação dos documentos exigidos determina a exclusão dos candidatos do procedimento, nos termos do disposto no n.º 8 do artigo 20.º da Portaria referida no ponto 2.
10.3. Assiste ao Júri do procedimento a faculdade de exigir aos candidatos, em caso de dúvida, a apresentação de documentos comprovativos das suas declarações.
11. Prazo de apresentação das candidaturas: 10 (dez) dias úteis a contar da data da publicitação do presente aviso na Bolsa de Emprego Público (www.bep.gov.pt) e no sítio da internet da Freguesia (www.jfmontalvao.pt).
12. Apresentação das candidaturas: através de correio eletrónico (preferencialmente) para o endereço – Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.; através de correio postal registado com aviso dereceção para o endereço – Rua da Barca, n.º 29, 6050-450 Montalvão; pessoalmente nos serviços administrativos sitos no endereço atrás mencionado, durante o horário de atendimento dos mesmos – das 08h30 às 12h00 e das 13h00 às 16h30 de segunda a sexta-feira.
13. Métodos de seleção: nos termos do disposto no n.º 6 do artigo 10.º do PREVP, o método de seleção aplicável é a Avaliação Curricular, e, havendo mais de um opositor no recrutamento para o mesmo posto de trabalho, é ainda aplicável a Entrevista Profissional de Seleção.
13.1. Avaliação Curricular (AC): visa analisar a qualificação dos candidatos, designadamente a habilitação académica ou profissional, percurso profissional, relevância da experiência adquirida e da formação realizada, e tipo de funções exercidas. A valoração da AC é obtida através da média aritmética ponderada das classificações dos elementos de maior relevância para o posto de trabalho, e obrigatoriamente: da habilitação académica ou nível de qualificação certificado, da formação profissional relacionada com as exigências e as competências do posto de trabalho, da experiência profissional com incidência sobre a execução de atividades inerentes ao posto de trabalho, e do tempo de exercício de funções caracterizadoras do posto de trabalho a concurso. A AC é valorada numa escala de 0 a 20 valores, com expressão até às centésimas.
13.2. Entrevista Profissional de Seleção (EPS): visa avaliar, de forma objetiva e sistemática, a experiência profissional e aspetos comportamentais evidenciados durante a interação estabelecida entre o entrevistador e entrevistado, nomeadamente os relacionados com a capacidade de comunicação e de relacionamento interpessoal.A valoração da EPS é obtida através da média aritmética simples das classificações dos parâmetros em avaliação.A EPS é avaliada segundo os níveis classificativos de elevado, bom, suficiente, reduzido e insuficiente, aos quais correspondem, respetivamente, as classificações de 20, 16, 12, 8 e 4 valores.
14. Valoração e classificação final dos candidatos: a ordenação final dos candidatos que completem o procedimento, com aprovação em todos os métodos de seleção aplicados, será efetuada de acordo com a escala classificativa de 0 a 20 valores, com arredondamento às centésimas, em resultado da média aritmética ponderada das classificações quantitativas obtidas em cada método de seleção.
14.1. Quando haja lugar à aplicação de um método de seleção, a Classificação Final (CF) resulta da aplicação da seguinte fórmula: CF = AC.
14.2. Quando haja lugar à aplicação de dois métodos de seleção, a Classficação Final (CF) resulta da aplicação da seguinte fórmula: CF = 70% AC + 30% EPS.
14.3. São motivos de exclusão do presente procedimento: o incumprimento dos requisitos mencionados neste aviso, sem prejuízo dos demais legalmente previstos; a obtenção de uma valoração inferior a 9,50 valores na avaliação curricular; a não comparência à entrevista profissional de seleção, quando aplicável; a obtenção de uma valoração final inferior a 9,50 valores, quando haja lugar à aplicaçao dos dois métodos de seleção.
14.4. As publicitações dos resultados obtidos em cada método de seleção e a ordenação final dos candidatos são efetuadas através de listas, afixadas em local visível e público das instalações da sede da Freguesia e publicadas no seu sítio da internet.
15. Composição e identificação do Júri: Presidente – Maria de Fátima Semedo Dias(Professora no Agrupamento de Escolas de Nisa); Primeira Vogal Efetiva, que substituirá a Presidente nas suas faltas e impedimentos – Maria de Lurdes dos Reis Duarte Bento(Professora no Agrupamento de Escolas de Nisa); Segundo Vogal Efetivo – António do Rosário Bagina Simão(Aposentado da GNR); Primeiro Vogal Suplente – João José Cabim Malpique Rufino (Assistente Técnico no Município de Nisa); Segundo Vogal Suplente – Manuel Gordo Tremoceiro (Presidente da Assembleia de Freguesia de Montalvão).
16. As atas do Júri, onde constam os parâmetros de avaliação e respetiva ponderação de cada um dos métodos de seleção a utilizar, a grelha classificativa e o sistema de valoração final dos métodos, são facultadas aos candidatos sempre que solicitadas, por escrito, nos termos da alínea k) do n.º 2 do artigo 14.º da Portaria referida no ponto 2.
17. Haverá lugar a audiência prévia, nos termos do Código do Procedimento Administrativo, após a aplicação de todos os métodos de seleção previstos e antes de ser proferida a decisão final.
18. Notificações dos candidatos: no âmbito do presente procedimento, nomeadamente para a aplicação de métodos de seleção, e de exclusão e realização de audiência prévia, as notificações serão efetuadas por uma das formas previstas no artigo 10.º da Portaria referida no ponto 2.
19. A lista unitária de ordenação final dos candidatos aprovados, após homologação, será afixada em local visível e público das instalações da sede da Freguesia, publicada no seu sítio da internet, sendo ainda publicado um aviso na 2.ª série do Diário da República com informação sobre a sua publicitação.
20. Nos termos do disposto no n.º 4 do artigo 10.º do PREVP, o presente aviso será publicitado na Bolsa de Emprego Público (www.bep.gov.pt) e no sítio da internet desta Freguesia (www.jfmontalvao.pt).
Montalvão, 06 de agosto de 2019.
O Presidente da Junta de Freguesia,
José da Silva Louro Possidónio
















Tarifa Social de Eletricidade e Gás Natural
O que é a tarifa social? Quanto tenho de desconto?
A tarifa social de eletricidade e gás natural é uma redução no valor da fatura de luz e gás, todos os meses. O desconto na eletricidade é de 33,8% e no gás natural é de 31,2%. Esta proposta é válida e igual para todas as companhias de eletricidade e de gás natural no mercado livre energético.
Como se aplica a Tarifa Social na fatura da energia?
A aplicação do desconto social é efetuado de forma automática diretamente na fatura da luz do consumidor. As informações sobre os consumidores elegiveis para beneficiar da tarifa social, são enviadas às empresas de energia, através da Direção Geral de Energia e Geologia. Em alternativa, e em caso de saber que tem direito ao mesmo, mas se não tiver sido aplicado ainda, o beneficiário poderá solicitar o desconto junto da Autoridade Tributária e da Segurança Social.
Quais os requisitos para beneficiar da tarifa social na minha fatura?
As condições de atribuição da tarifa social integram o salário anual auferido e/ou as prestações sociais recebidas pelos beneficiários. A nível contratual, a potência contratada na eletricidade não pode ser maior que 6.9 kWh. No caso do gás natural o escalão de consumo deverá ser entre o 1 e o 2. O contrato deve ser destinado únicamente ao consumo doméstico. Em caso de saber que tem direiro, e este não lhe estiver a ser aplicado, contacto com a sua companhia de energia por telefone ou internet.
O gás de botija também tem tarifa social?
Está em curso, a aplicação de uma tarifa social no gás de botija, denominada de tarifa solidária, de forma a criar maior igualdade para com os clientes de gás natural. Decorre um projeto piloto, decretado pelo Governo, que conta com a participação de dez municipios e se espera candidaturas das empresas de gás. Muito em breve, é possível que todo o país seja abrangido pela tarifa solidária no gás engarrafado.

